Nossos vídeos

segunda-feira, 19 de abril de 2010

OPERAÇÃO POLICIAL

Operação Policial é o livro da série de TV Operação de Risco, o primeiro reality brasileiro que retrata o universo policial. Apesar do apelo que sugerem os temas da série – ação policial, crimes, investigação –, o livro mostra que o compromisso do programa é com a verdade, com histórias contadas pelos próprios policiais, sem nenhuma interferência, nem mesmo um roteiro preestabelecido, e principalmente livre de clichês e sensacionalismo.

A intenção é mostrar passo a passo algumas ações das polícias Civil, Militar e Técnico-Científica e com isso aproximar a população da polícia. O conhecimento do trabalho policial, em geral, promove mais interação e cooperação mútua, e isso é fundamental, porque o trabalho de inteligência da polícia só é possível com a ajuda da sociedade. Acompanhando essas histórias reais, o leitor conhecerá de perto essas pessoas que dedicam a vida para combater o crime.

Sobre o autor

Beto Ribeiro é jornalista, escritor e roteirista profissional. Além de ter participado do Operação Policial/Operação de Risco, Beto escreveu o best-seller Poder S.A. – Histórias possíveis do mundo corporativo, que também será transformado em série de TV.



Título: Operação Policial

Autor: Beto Ribeiro

Editora:Marco Zero

ISBN:978-85-213-1619-0

N. de páginas:

Preço: R$ 19,90

Orlando Villas Bôas

Editora FTD resgata cultura indígena em livros para crianças e jovens


Os povos indígenas nos remetem a origem de nossa cultura e sociedade, mas ao longo do tempo vimos esvaecer seus costumes e tradições, e hoje até mesmo seu povo luta para manter viva sua raiz nas novas gerações. No próximo dia 19 de abril é celebrado o Dia do Índio, e a Editora FTD apresenta em seu catálogo obras que apresentam a riqueza deste povo pelo olhar daqueles que viveram uma imersão, como o sertanista Orlando Villas Bôas e também de autores indígenas como Daniel Munduruku e Yaguarê Yamã.

O livro Orlando Villas Bôas - História e causos é uma autobiografia póstuma do famoso indigenista falecido em 2002 aos 88 anos. Trata-se de uma obra de fôlego, na qual Orlando relembra sua trajetória, da infância em Botucatu (SP) à aposentadoria na capital paulista, passando pelo extraordinário mergulho no mundo dos índios brasileiros que foi a Expedição Roncador–Xingu, liderada por Orlando com seus irmãos Cláudio e Leonardo.
No livro, Orlando faz pela primeira vez um registro sistemático de suas ideias e histórias, muitas delas já disponíveis de maneira dispersa em livros, entrevistas e reportagens. Só com o irmão Cláudio, por exemplo, Orlando publicou doze livros.

Outro que registrou suas experiências no Xingu foi Walde-Mar de Andrade e Silva, em Lendas e Mitos dos Índios Brasileiros. O livro reúne 24 lendas indígenas entre elas a de Potyra, Yara e Tucumã, conhecidas pelo autor durante sua convivência de oito anos com as principais tribos da região.

A Editora FTD também reúne em seu acervo obras de escritores indígenas como o renomado Daniel Munduruku. Em Um Estranho Sonho de Futuro, o autor se transforma em personagem para dar vida a história de um adolescente urbano que decide embrenhar-se em uma aldeia indígena.

Garoto tipicamente urbano, Lucas vai conhecer uma realidade completamente diferente. Um lugar aonde em vez de ir ao supermercado, as pessoas têm de caçar, pescar ou coletar frutos das plantas para se alimentar. E Lucas aprendeu muitas coisas com a experiência. Percebeu, por exemplo, que os indígenas são menos egoístas, mais acolhedores e sinceros do que os homens da cidade grande.

Outra obra que partilha as tradições e valores dos povos da floresta com as crianças e adolescentes, é a de Yaguarê Yamã que conta como foi sua infância no livro Kurumĩ Guaré, no Coração da Amazônia. Para facilitar a compreensão dos termos utilizados pelo autor, o livro apresenta um glossário com o significado das expressões e palavras do idioma nhengatu e outro com a tradução dos símbolos e gravuras, desenhadas pelo próprio autor, e presentes na obra.

Entre os rituais descritos no livro, Yaguarê conta como superou o rito de passagem para a maioridade, o tukãdera. O ritual consiste em colher algumas formigas e colocá-las dentro de uma luva e o menino veste a luva e dança junto com a tribo. Tukãdera é o nome de uma espécie de formiga da Amazônia cuja picada é muito dolorosa, dez vezes mais dolorida que a picada de uma vespa. De acordo com a cultura indígena, após o ritual, o jovem rapaz está curado de doenças, indolência e principalmente do medo.

Serviço
Orlando Villas Bôas – História e Causos
Páginas: 216 (versão livro-arte) - Preço sugerido: R$ 85,70
Páginas: 206 (versão prática) – Preço sugerido: R$ 65,70


Lendas e Mitos dos Índios Brasileiros
Autor e ilustrador: Walde-Mar de Andrade e Silva
Preço sugerido: R$ 59,10


Um Estranho Sonho de Futuro
Autor Daniel Munduruku, com ilustração de André Sandoval
Páginas: 112
Preço sugerido: R$ 26,60

Kurumĩ Guaré, no Coração da Amazônia
Autor e ilustrador: Yaguarê Yamã
Páginas: 88
Preço sugerido: R$ 29,80

ditora FTD – SAC 0800-158555

domingo, 21 de março de 2010

Uma história de amor que resgata o prazer da leitura

Em O marido perfeito mora ao lado, Felipe Pena usa a experiência como psicólogo para criar personagens que surpreendem pela veracidade

"Na melhor tradição rodrigueana, Felipe Pena constrói um enredo em que emoções, risos e lágrimas são descaradamente manipulados - com maestria - para a alegria do leitor. A escrita prazerosa do bom jornalista esconde, em suas dobras, a sofisticação do pesquisador." - Pina Coco, professora do Doutorado em Literatura da PUC-Rio

"Estamos diante de um grande romance, um dos melhores que tenho lido nos últimos anos. Há um novo romancista no Rio de Janeiro! E dos bons. Pois um romance médio quase que todos podem escrever. Todavia o segundo passo ser melhor do que o primeiro, este é o prefixo que identifica um escritor que tem projeto literário e está empenhado em escrever, não por conveniências da hora, mas por vocação." -
Deonísio da Silva, escritor premiado com o Casa de Las Américas e Doutor em Letras pela USP

Uma mulher angustiada busca a ajuda de uma terapeuta para salvar o casamento. Angústia que é compartilhada por outros personagens, até mesmo pelos bem casados (ou principalmente por estes). Então ocorre um crime. E os terapeutas farão o papel de investigadores. Quem é o culpado pela incomunicabilidade entre homens e mulheres? E quem conseguiria armar um plano tão diabólico? Um thriller envolvente de Felipe Pena, que para escrever o livro voltou aos bancos universitários e cursou faculdade de Psicologia - depois de já ter feito doutorado em Literatura na PUC e pós-doutorado de Semiologia na Sorbonne - e usou a nova experiência acadêmica na construção do romance. O MARIDO PERFEITO MORA AO LADO acaba de sair da gráfica da Editora Record (www.record.com.br) e chega às livrarias no dia 22 de março.

O MARIDO PERFEITO MORA AO LADO
Felipe Pena
Grupo Editorial Record/Editora Record
304 páginas
Preço: R$ 34,90


A incomunicabilidade entre os casais, a dificuldade em entender o outro, as armadilhas do amor. Tudo isso embrulhado em um enredo lúdico e bem articulado, que resgata o prazer da leitura. Definindo O MARIDO PERFEITO MORA AO LADO como uma história de amor, Felipe Pena enreda o leitor com as diferentes narrativas sobre aspectos diversos da alma e do cotidiano. "Quero fazer o leitor virar a página. Se você disser que não conseguiu largar o livro terá feito o melhor elogio que eu posso receber. Esse será meu maior prêmio", afirma o escritor.
Em seu segundo romance, Felipe - um dos articuladores do Manifesto Silvestre, em defesa da narrativa, do entretenimento e da popularização da literatura - mescla paixões, sociopatas e obsessões dentro de uma trama policial contemporânea, situada no Rio de Janeiro. Personagens típicos da cidade ajudam a retratar as discrepâncias sociais e a convivência aparentemente democrática de tipos heterogêneos, sem deixar de lado a crítica social.
Mais que uma obra ficcional, o livro é uma caricatura psicanalítica. Estão aqui o marido que trai a mulher com sua complacência, a amante que quer acreditar na sinceridade do amado, a amalucada que quer destruir quem se envolve com o objeto de sua paixão... As perguntas eternas: por que nunca estamos satisfeitos com o que temos? Por que a grama do vizinho é sempre mais verde? Por que descobrimos um amor quando estamos na iminência de perdê-lo?
Em O MARIDO PERFEITO MORA AO LADO, somos apresentados a uma mulher angustiada que busca a ajuda de uma terapeuta para salvar o casamento. Mas logo percebemos que a angústia é compartilhada por outros personagens, até mesmo pelos bem casados (ou principalmente por estes, como diz um deles). Então ocorre um crime. E os terapeutas farão o papel de investigadores. Quem é o culpado pela incomunicabilidade entre homens e mulheres? Uma questão que nem Freud foi capaz de resolver, embora passemos a vida atrás da resposta.

Felipe Pena é psicólogo, jornalista e professor da Universidade Federal Fluminense. Doutor em Literatura pela PUC-Rio, com pós-doutorado pela Sorbonne, é autor de dezenas de artigos científicos publicados no Brasil e no exterior, além de oito livros acadêmicos e do romance O analfabeto que passou no vestibular. Foi sub-reitor da UNESA, repórter e apresentador da TV Manchete e comentarista da TVE-Brasil. Assina uma coluna mensal no Jornal do Brasil e no site www.felipepena.com

terça-feira, 16 de março de 2010

Livros infantis mostram que é possível aprender e se divertir

Livros infantis mostram que é possível aprender e se divertir

“Lili tem medo de provas” e a Coleção “Tan Tan” celebram o 15 de março, Dia da Escola

A Callis Editora e alguns escritores assumiram um desafio: criar livros com caráter didático, mas que também entretivessem os leitores mais exigentes, as crianças. Dessa prova surgiram as obras que compõe a Coleção “Tan Tan” e o livro “Lili tem medo de provas”.

Composta por 24 títulos, “Tan Tan” tem um tema claro: a matemática. Todos os volumes trazem noções de algum conceito da área, porém o diferencial são as histórias que envolvem essas informações. No lançamento “Irmãos Gêmeos”, por exemplo, a o público infantil aprende a comparar volumes e quantidades enquanto descobre mais sobre irmãos gêmeos que, apesar de disputarem tudo, preocupavam-se um com o outro.

Alguns dos outros ensinamentos da Coleção são noções de formas geométricas, unidades de medida, comparação de áreas, contagem, classificação e até multiplicação.

Com uma outra abordagem, “Lili tem medo de provas” aborda um assunto muito comum: o temor de muitos estudantes em relação às avaliações escolares. Através de uma engraçada história em quadrinhos, o livro mostra de um jeito leve e engraçado um jeito de lidar com a situação. A obra pode ainda auxiliar pais, que enxerguem em seus filhos o mesmo problema das protagonista Lili.

Livro Lili tem medo de provas
Callis Editora
Autor: Dominique de Saint Mars
Ilustração: Serge Bloch
12 cm x 16 cm
46 páginas

Preço sugerido: R$ 17,90




Livro Irmãos Gêmeos
Callis Editora
Autor: Young So Yoo
Ilustração: Young Mi Park
22 cm x 23 cm
36 páginas

Preço sugerido: R$ 27,90


Livro Separando as coisas
Callis Editora
Autor: Kyoung Hwa Kim
Ilustração: Yoon Chul Jung
22 cm x 23 cm
36 páginas

Preço sugerido: R$ 27,90

'Boa Noite' - Biografia do locutor e apresentador Cid Moreira

Biografia do locutor e jornalista Cid Moreira resgata 65 anos de sua atividade profissional
e momentos importantes dos meios de comunicação e da história do Brasil

Em março, a Editora Prumo lança a obra “Boa noite”, biografia do locutor e apresentador Cid Moreira, a mais famosa voz da comunicação brasileira. De autoria da jornalista Fatima Sampaio Moreira, esposa de Cid, o livro descreve toda a sua vida – de sua infância na cidade de Taubaté, interior de São Paulo, passando por sua consagração como apresentador do Jornal Nacional até seu novo trabalho com a narração de textos bíblicos. Haverá lançamento com sessão de autógrafos em cinco capitais brasileiras: Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza, Porto Alegre e Florianópolis e, também, em Taubaté.

A obra, que tem como foco os 65 anos de atividade profissional do jornalista em estúdios de gravação, palcos, cabines de rádio e bancadas de telejornais, leva o leitor a conhecer momentos importantes dos meios de comunicação e da história do Brasil. Cid relembra a “Era de Ouro do Rádio” e grandes momentos da música e da radiofusão. O locutor conta, por exemplo, como assistia no canto do palco da Rádio Mayrink Veiga, no Rio de Janeiro, quase hipnotizado, a deslumbrante cantora Maysa interpretar “Meu mundo caiu” e “Ouça”. “Aqueles olhos profundos, cor do mar, mexiam comigo”, comenta Cid.

Na memória do locutor, outros grandes nomes com quem conviveu nos bastidores, como Luis Vieira, Catulo da Paixão Cearense, Emilinha Borba, Marlene e Elizeth Cardoso, Ary Barrosos, Ângela Maria, Claudete Soares, Ademilde Fonseca, Eliana Macedo (Fonseca e a namoradinha do Brasil daquela época), Silvio Caldas, Dorival Caymmi, Cauby Peixoto e um desfile interminável de personalidades. “Eu me sentia como um fã que, de repente, começa a fazer parte daquela realidade que era para poucos: conviver com seus ídolos. E esse foi um dos maiores presentes da minha vida”, diz.

A chegada da televisão, as dificuldades – equipamentos precários, baixa qualidade técnica e poucos recursos (o alcance da TV Tupi, a primeira televisão brasileira era de apenas 37 km, praticamente só a cidade de São Paulo) –, a expansão, a TV em cores, e o auge desta mídia têm muitas histórias. “Tudo ainda era muito novo, o que não faltavam eram histórias hilariantes em preto e branco para contar. Quantas vezes, durante um comercial, o televisor da marca Telefunken não funcionava ou a moça da propaganda esquecia as falas. Sem contar quando o contrarregra não colocava no lugar certo algum objeto usado em cena”, diz o locutor.

Segundo ele, esses primeiros anos trouxeram uma televisão bem diferente da de hoje. “Não sei se existia mais criatividade pela falta de recursos técnicos ou por maior liberdade e licença poética daquela época. Só sei dizer que os modelos de programas eram mais originais. Agora copiamos tudo. Licenciamos tudo”, afirma Cid.

O galã Cid Moreira também mereceu um capítulo da autora. Nas últimas décadas, a vida de El Cid causou burburinho e fofocas. Seu nome sempre foi notícia nas principais revistas, como Fon–Fon, Ilusão, Cinelândia, O Cruzeiro, Sétimo Céu, Fatos e Fotos, Manchete, Imprensa, Intervalo, Amiga, Caras, Quem e Contigo. “Eu me casei quatro vezes e todas as minhas separações e novos relacionamentos estiveram nas revistas. Tudo o que eu fazia era alvo de comentário. Quanto mais eu queria ser discreto, pior era”, relata.

No livro, Cid lembra com emoção de seu primeiro dia na bancada do Jornal Nacional e conta histórias dos bastidores e as transformações pela qual passou o telejornal, o primeiro a ser transmitido ao vivo em rede nacional. A autora Fatima Sampaio Moreira descreve o profissionalismo do narrador em momentos dramáticos no JN e também inclui histórias sobre o programa eletrônico Fantástico, do qual foi o primeiro apresentador, na década de 70.

Há ainda lembranças sobre as radionovelas, os grandes festivais de ouro, o golpe militar e a censura imposta à imprensa, amigos são reverenciados e manias e paixões do apresentador são revelados. A atuação de Cid com as narrações de textos bíblicos mostram o encontro entre a fé o profissionalismo do personagem.

Segundo a autora, escrever um livro sobre as impressões de uma vida como a de Cid Moreira foi um grande desafio. Afinal, como colocar em apenas uma centena de páginas uma vida com mais de 320 estações e mais de 240 delas como profissional de credibilidade como poucos? O que priorizar? O que valia à pena ser contado? O que iria acrescentar à vida das pessoas?

O processo de criação e produção da biografia durou cerca de dois anos. Fatima recorreu à memória de Cid como a maior fonte de dados para o livro. Anotava o que ele contava e depois ia para internet, livros e recortes de jornais e revistas para ter informações mais amplas sobre o assunto. “À medida que ele ia crescendo, se tornando adulto no livro, procurei contextualizar o período, contando o que acontecia na cidade em que ele nasceu, no país e no mundo”.

O resultado é uma obra com um texto leve e fluido, bastante dinâmico, que desperta a curiosidade do leitor pelas páginas seguintes. Dezenas de fotos e reproduções de documentos e matérias publicadas sobre o apresentador ilustram a obra sempre no final dos capítulos. São imagens de arquivo pessoal, da infância, com a família, amigos, de viagens que fez pelo mundo, em estúdios de gravação e, claro, na bancada do Jornal Nacional, que durante 27 anos foi seu posto de trabalho.

Depois de algumas ressalvas – como a inclusão de alguns nomes que tinham ficado de fora ou o acerto de datas – Cid deu seu aval à obra e afirma que o livro consegue passar ao leitor uma ideia de como foi sua vida e de como ele é. “Acredito que, principalmente meus contemporâneos, vão relembrar muitos fatos e momentos em que conviveram comigo. Os filhos deles vão conhecer um pouco mais sobre as gerações anteriores e ver o curso que a televisão e o rádio fizeram para chega à era digital e, por que não dizer, como era possível ter vida inteligente antes da internet”, resume Cid.

“O livro mostra como somos todos possíveis! E como ele é respeitado, seja pela pessoa de vida simples, pelo intelectual, pelo abastado e por aquele com poucos recursos materiais”, finaliza Fatima.

SOBRE A AUTORA
Fatima Sampaio Moreira nasceu em Mariana (MG); e cresceu em Mogi das Cruzes (SP), onde se formou em jornalismo na universidade que leva o mesmo nome da cidade. Iniciou sua carreira profissional aos 18 anos, na Rádio Metropolitana Paulista; trabalhou na revista Ato, também em Mogi das Cruzes, e fez assessoria de imprensa a políticos e empresas da região.
Mudou–se para Fortaleza, no Ceará, e lá trabalhou no jornal O Povo. Paralelamente fazia reportagens para a revista Caras. Ingressou no projeto social do Pirambu, trabalho desenvolvido na maior favela de Fortaleza, onde conheceu o documentarista francês Andre Ligeonnet, do Centro Internacional de Criação de Vídeo Pierre Schaeffer, em Montbeliard, que recebe produção de obras experimentais de todo o mundo. Juntos, criaram um roteiro sobre as condições dos moradores na favela, transformando–o em dois documentários: Teresinha e O advogado da favela. Por esses trabalhos, Fátima recebeu alguns prêmios, entre eles uma estadia na França, onde viveu por um ano.
De volta ao Brasil e às suas atividades no jornal O Povo e na revista Caras, foi convocada para cobrir um torneio de tênis no hotel Marina Park de Fortaleza. Sua função era acompanhar o desempenho de Cid Moreira, um dos participantes do torneio. A primeira entrevista com o jogador e dono da “voz mais famosa do Brasil” aconteceu no dia 3 de novembro de 2000. De lá para cá os dois nunca mais se separaram. Hoje, Fátima é assessora de imprensa de Cid e ainda o auxilia nos textos e gravações de seu trabalho com a bíblia.

AUTÓGRAFOS:

16/03, 20h – Livraria Argumento (RJ)
Rua Dias Ferreira, 417 Leblon – Rio de Janeiro – RJ

23/03, 20h – Saraiva MegaStore Morumbi Shopping (SP)
Av. Roque Petroni Jr, 1.089 Morumbi – São Paulo – SP

24/03, 20h – Taubaté – Teatro Metrópole
Rua Duque de Caxias, 312 Centro – Taubaté – SP

30/03, 19h – Saraiva MegaStore Shopping Praia de Belas– Porto Alegre
Av. Praia de Belas, 1.181 – 2º Piso – Porto Alegre – RS

05/04, 20h – Saraiva MegaStore Shopping Iguatemi – Fortaleza
Av. Washington Soares, 85 – Lojas 420/424

26/04, 19h – Saraiva MegaStore Shopping Iguatemi – Florianópolis
Av. Madre Benvenuta, 687 – 3° andar – Florianópolis – SC

Ficha Técnica:
Obra: Boa noite –
Selo: Prumo Retratos
Autora: Fatima Sampaio Moreira
ISBN: 978-85-7927-067-3
Formato: 16 x 23 cm
Nº de páginas: 296
Preço: R$ 39,90

Lançamento da serrote #4 com debate sobre ensaísmo brasileiro na Casa do Saber (SP) em 25/03

O Instituto Moreira Salles lança, em 25 de março (quinta-feira), às 20h, na Casa do Saber (r. Doutor Mario Ferraz, 414, Jardim Paulistano) a quarta edição da revista de ensaios serrote. Na mesa data será realizado um debate sobre o novo ensaísmo brasileiro com a presença do arquiteto e crítico Guiherme Wisnik, Nuno Ramos, artista plástico e escritor, e Flávio Pinheiro, jornalista e superintendente do IMS.

A próxima edição da revista serrote #4 traz em seu cardápio:
- O ensaio do escritor Daniel Galera sobre o videogame The Prince of Persia. Um dos mais destacados escritores brasileiros da nova geração apresenta as novas formas narrativas que apareceram com os games.

- As relações entre o cinema (a manifestação artística de um mundo de constantes partidas) e a pintura, são tema do ensaio escrito pelo crítico e escritor inglês John Berger. O texto é ilustrado com um caderno de oito páginas trazendo um recorte dos afrescos que Giotto fez para a capela de Scrovegni, em Pádua, considerados por Berger como o primeiro indício do que viria a ser, seis séculos depois, o cinema. O ensaio foi traduzido por Sergio Flaksman.

- Considerado como um dos mais respeitados críticos literários ingleses da atualidade, Terry Eagleton cria um personagem chamado Ditchkins para polemizar com o cientista Richard Dawkins e com o jornalista e escritor Christopher Hitchens sobre as relações entre a Fé e a Razão.

- Um texto do historiador Evaldo Cabral de Mello, especialista no período holandês no Brasil, sobre a participação do padre Antônio Vieira nas negociações de Portugal para dar fim ao domínio dos Países Baixos em Pernambuco.

- A partir da fortuna crítica de Machado de Assis no exterior, o crítico literário Roberto Schwarz analisa a crônica “O punhal de Martinha”, de Machado de Assis.

- Um texto do crítico literário e tradutor alemão Joachim Kalka sobre o fim da moeda como algo que se passa de mão em mão. A análise parte do escritor francês Léon Bloy, que vivia miseravelmente, para chegar ao Tio Patinhas, o personagem que se afogava em moedas.

- O crítico de arquitetura Guilherme Wisnik e Heloisa Lupinacci escrevem sobre o futuro urbanístico de Coney Island – a praia e o parque de diversões frequentados por milhões de norte-americanos nas primeiras décadas do século 20. O texto é ilustrado com fotos de grandes nomes como Walker Evans e Weegee, e por novos fotógrafos brasileiros como Thyago Nogueira e Leonardo Lima.

- serrote publica o abrangente posfácio que a norte-americana Rebecca West, especialista em literatura italiana, fez para o Pinóquio editado pela coleção de clássicos da The New York Review of Books. As ilustrações de Attilio Mussino são tiradas da primeira edição em livro de Pinocchio, na Itália.

- No “Alfabeto serrote”, o poeta Eucanaã Ferraz escreve o verbete “Cadeira”. Já Jed Perl, crítico de arte da revista The New Republic, escreve o verbete “Capriccio”, inspirado na obra do artista Watteau.

- Na seção “Carta aberta”, publicamos a carta que a etnóloga e militante da resistência francesa Germaine Tillion enviou a seus algozes alemães. O crítico Tzvetan Todorov achava que esta carta deveria ser obrigatória nos cursos de literatura.

- A seção “Contraluz” traz um conto de Vilma Arêas baseado em foto de José Medeiros feita na estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro. Em “Contraluz”, um escritor faz um relato de ficção baseado em fotografias do rico acervo do Instituto Moreira Salles.

A capa e a contracapa da quarta edição da revista serrote foram desenhadas especialmente pelo artista português Jorge Colombo, radicado nos EUA há duas décadas. O artista foi à praia de Coney Island no início de fevereiro e, tremendo de frio por causa do rigoroso inverno setentrional, fez com o dedo em seu iPhone, usando o aplicativo Brushes, as ilustrações que envolvem a nova edição da quadrimestral editada pelo Instituto Moreira Salles.

Nos ensaios visuais, a serrote #4 traz um caderno de 16 páginas em papel especial, com fotos sobre a construção de Brasília feitas por Peter Scheier. Antecipando uma pequena parte da grande exposição que o IMS fará em abril sobre o cinquentenário da capital brasileira, a curadora Heloisa Espada escolheu um recorte que enfatiza o lado humano da construção da “capital da esperança”, como a chamou o escritor francês André Malraux.

Em outro ensaio visual, está a série de desenhos de Jorge Colombo que participou da exposição coletiva Summer Readers, exibida na galeria Jen Bekman, em Nova York, durante o verão de 2009. São retratos, feitos a caneta sobre papel, de pessoas lendo no metrô.

A revista chega às livrarias em 16 de março.

serrote #4
224 páginas
R$ 29,90

Como as mulheres podem construir uma relação forte e saudável no casamento

LANÇAMENTO DA THOMAS NELSON BRASIL REVELA COMO AS MULHERES PODEM CONSTRUIR UMA RELAÇÃO FORTE E SAUDÁVEL

Em “O poder da esposa positiva”, Karol Ladd fala sobre os princípios necessários para desenvolver um relacionamento mais profundo e significativo no casamento, com dicas especiais para lidar com as responsabilidades financeiras ou evitar a rotina na vida sexual.
O poder da esposa positiva
De Karol Ladd
Nº de páginas 215


Quem nunca sonhou com um casamento perfeito igual aos dos filmes de Hollywood, das canções de amor e dos livros com final feliz? Em “O poder da esposa positiva”, editado pela Thomas Nelson Brasil, Karol Ladd ensina que um relacionamento sólido e feliz pode alcançado também por caminhos sinuosos e cheios de obstáculos. A diferença está em como lidar com cada um desses desafios.

A autora defende cinco poderes fundamentais para um casamento sólido e saudável: os poderes do amor, do compromisso, do respeito, do encorajamento e da atração física. “O objetivo principal deste livro não é melhorar seu casamento, embora esse seja provavelmente o resultado. O que se pretende é ajudá-la a se tornar uma influência positiva em seu casamento”, escreve a autora.

Assumir um papel positivo na relação é uma das chaves. ”Quando falamos em atitude positiva não estamos nos referindo a um sentimento, mas a um ponto de vista latente que temos em relação às pessoas e à vida”. Segundo a autora, muitas vezes as mulheres ficam tão concentradas no que seus maridos fazem de errado que se esquecem de encorajá-los pelas coisas boas.

Além de revelar truques sobre a arte de argumentar e o dom de perdoar, Karol dá conselhos sobre como lidar com responsabilidades financeiras e dicas de namoro para não deixar a vida sexual cair na rotina. “Descubra formas criativas para curtir a companhia um do outro. Planeje encontros divertidos e amorosos”, recomenda a autora.


Sobre a autora
Comunicadora de mão cheia e líder dinâmica, Karol Ladd é a fundadora e presidente da Positive life Principles, Inc., uma empresa que oferece estratégias para o sucesso tanto em casa como no trabalho. Com sua personalidade vivaz, tornou-se uma oradora popular em organizações femininas, grupos de igrejas e eventos corporativos. É cofundadora de um clube formador de caráter para jovens moças chamado USA Sonshine Girls e serve em vários grupos educacionais.