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sexta-feira, 1 de maio de 2026
Lançamento literário: um romance poético sobre finitude, memória e a delicadeza dos últimos dias
A escritora carioca Lilian Dias apresenta seu novo romance, “As sete faces de um anjo sem trombeta” (Editora Labrador), uma obra que mergulha com sensibilidade nos últimos sete dias de Mundo, um homem que nunca parou de crescer — física e simbolicamente.
Ambientado nas ruas de Lisboa, o livro conduz o leitor por uma narrativa em ordem inversa, revelando memórias, afetos, perdas e a profunda ligação do protagonista com seus bonecos, que são quase extensões de sua alma. Uma história sobre finitude, luto e o poder da memória para dar sentido à existência.
Com texto de orelha do poeta Rodrigo Carpi Nejar e prefácio de Henrique Cairus (UFRJ), o romance dialoga com grandes nomes da literatura de língua portuguesa e ecoa referências como Valter Hugo Mãe, Mia Couto, Agualusa e Fernando Pessoa.
A autora, marcada por um período de perdas pessoais, transforma dor em poesia e entrega uma narrativa circular, delicada e profundamente humana. As ilustrações de Regina Corrêa completam a experiência com beleza e simbolismo.
📚 Sobre o livro As sete faces de um anjo sem trombeta Autora: Lilian Dias Editora: Labrador 76 páginas | Ficção | ISBN 978-65-5044-148-7 Ano: 2025
👉 Adquira o livro pelo site da Editora Labrador
Uma leitura para quem busca profundidade, poesia e reflexão sobre o que nos torna humanos.
sábado, 28 de setembro de 2019
"Uma mulher não é um homem" romance de Etaf Rum se tornou um bestseller no New York Times Book Review
Primeiro romance de Etaf Rum, "Uma mulher não é um homem" aborda a devastadora estrutura doméstica e a opressão das mulheres na cultura palestina. A autora, norte-americana de origem árabe, toma por base as próprias experiências para construir uma história multigeracional sobre a realidade feminina dentro de uma estrutura patriarcal. A narrativa traz, ainda, a jornada de uma jovem mulher que desafia o caminho limitado legado a gerações para reivindicar uma existência traçada com base em sua própria vontade. O best-seller do New York Times, lançado no Brasil pela Primavera Editorial, foi publicado originalmente nos Estados Unidos pela HarperCollins.
“Você nunca ouviu essa história antes. Não importa quantos livros tenha lido, quantas histórias conheça, pode acreditar: ninguém nunca contou uma história assim. Lá de onde eu venho, nós guardamos essas histórias conosco. Contá-las para alguém de fora é inédito, perigoso e a maior das desonras.” A frase – uma das primeiras do livro “Uma mulher não é um homem” – revela o tom do romance Etaf Rum, que examina três gerações de mulheres de origem palestina, residindo nos Estados Unidos, em uma saga familiar multigeracional. Centrado nas mulheres de três gerações – Deya, Isra e Fareeda –, o romance mergulha nos papeis e expectativas dessas mulheres que vivem em Nova York, no Brooklyn, mostrando como as ideias tradicionais e o feminismo moderno se entrelaçam, iluminando os desafios que imigrantes de primeira e segunda geração enfrentam.
O título é inspirado em uma frase misógina ouvida, repetidamente, por Etaf Rum. Proferida por familiares mais velhos, o dito surgia sempre que ela expressava o desejo de fazer as próprias escolhas; sempre quando se rebelava contra as diretrizes sociais da comunidade palestina. As personagens femininas, mesmo nos Estados Unidos, não contam com liberdade; o então sonho americano passa a ser realizado apenas pelos homens. O romance traz a perspectiva feminina, mostrando como a imigração para a América do Norte afeta essas mulheres. “Um dado importante é que não se refere à religião, mas à cultura patriarcal que leva estruturas de poder abusivas para dentro do casamento e da estrutura familiar. Essa distinção é importante para que a obra, em tempos de preconceito contra o Islamismo, não seja usada para reafirmar noções erradas”, afirma Lu Magalhães, presidente da Primavera Editorial.
Em entrevista, Etaf Rum – que se considera uma mulher mulçumana – comenta que teve receio em abordar o tema, porque sabe o quanto é um tabu na comunidade palestina; ressalta que esse, inclusive, é um desafio que as escritoras árabes frequentemente enfrentam. “Com esse romance, espero transmitir aos leitores, especialmente os que cresceram em circunstâncias semelhantes à narrativa e que foram ensinados que a vida das mulheres é mais limitada que a dos homens; quero reafirmar que essas são crenças tóxicas. Espero que as mulheres reconheçam e possam se libertar”, afirma. Ela acrescenta que, no início da trajetória como escritora, se censurava com medo de violar o código de silêncio da própria comunidade, fazendo-os parecer maldosos ou confirmando estereótipos. “Mas, o romance resultou em uma história empolgante, cuja prioridade era falar em nome de mulheres sem voz; falar que podem relatar as próprias histórias mesmo as mais desconfortáveis”, revela.
Na obra, Fareeda – avó e matriarca da família – está obcecada em manter a reputação da família após uma falha perigosa; Isra, a nora humilde e mãe de Deya, está presa em um casamento com um marido abusivo; a filha adolescente passa os dias tentando descobrir como obter uma educação, enquanto enfrenta reuniões familiares com pretendentes para um entrar em um casamento arranjado. Embora entrelaçadas na mesma narrativa, as três perspectivas mostram como diferentes gerações negociam o poder nas sociedades patriarcais.
TRECHOS DO LIVRO |
Página 9
“(...) Nasci sem voz num dia frio e nublado no Brooklyn, em Nova York. Ninguém falava do que eu tinha. Só fui saber que era muda anos depois, quando abri a boca para dizer o que eu queria e percebi que ninguém podia me ouvir. Lá de onde eu venho, a falta de voz é parte do meu gênero, tão normal quanto os seios no tórax de uma mulher, e tão necessária quanto as gerações futuras que crescem dentro de seu ventre. Mas isso nunca será explícito, claro.”
Página 34
“(...) Deya lembrou-se do último pretendente que também havia retirado o pedido de casamento. Ele dissera aos avós que ela era muito insolente, muito questionadora, e que isso não era muito árabe. Mas o que os avós esperavam vindo para esse país?”
Página 109
“(...) Foi Fareeda que tivera a ideia de Isra não amamentar Deya. A amamentação impede a gravidez, e Adam queria um menino. Isra obedeceu sem resistir, misturando fórmula infantil nas mamadeiras sobre a pia da cozinha na esperança de reconquistar Fareeda.”
IMPRENSA INTERNACIONAL
New York Times
https://www.nytimes.com/2019/03/29/books/review/etaf-rum-woman-is-no-man.html
The Washington Post
https://www.washingtonpost.com/entertainment/books/in-etaf-rums-a-woman-is-no-man-the-prison-of-domesticity-is-hard-to-escape/2019/03/14/7eae3f18-45af-11e9-90f0-0ccfeec87a61_story.html
USA Today
https://www.usatoday.com/story/life/books/2019/03/05/woman-is-no-man-etaf-rum-book-review/3054407002/
UNC TV
https://www.pbs.org/video/etaf-rum-a-woman-is-no-man-e7usip/
FICHA TÉCNICA |
Ficção
ISBN:978-85-5578-085-I
Autora: Etaf Rum
Páginas:298
Tradutor:Cristiano Botafogo
Preço sugerido:R$ 44,90
SOBRE A AUTORA | Etaf Rum nasceu e foi criada no bairro do Brooklin, em Nova York, por imigrantes palestinos. Professora universitária de Literatura Inglesa na Carolina do Norte (Estados Unidos) é divorciada e reside com os filhos. Uma mulher não é um homemé o seu primeiro romance.
SOBRE A EDITORA |A Primavera Editorial é uma editora que busca apresentar obras inteligentes, instigantes e acalentadoras para a mulher que busca emancipação social e poder sobre suas escolhas. www.primaveraeditorial.com
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Blogueira lança livro de crônicas sobre problemas emocionais decorrentes do diabetes
A maioria dos diabéticos entende que só tomar injeções diárias, remédios e seguir as dietas para controlar a doença, já não são mais suficientes. Isso porque, sérios problemas emocionais decorrentes do diabetes, muitas vezes são colocados de lado pelos médicos e até pelos próprios familiares. O que fazer então? Ir ao desespero? Ser vencido pela depressão? Fingir que a doença é algo corriqueiro?
Em seu livro, "Diabética Tipo Ruim: o lado emocional que precisa ser falado", Marina Barros, de 32 anos, dá a sua receita para a convivência com o diabetes. Um dos objetivos da obra é falar abertamente sobre os aspectos emocionais da doença. "Meu objetivo maior é mostrar para as pessoas que ter diabetes vai além do tratamento, dieta e exercícios físicos. É uma doença difícil, lutamos todos os dias para nos mantermos vivos, saudáveis e ativos", explica Marina de Barros, diagnosticada diabética do tipo 1 aos 16 anos. "Sabemos que o diabetes descontrolado também mata, e não mata só idoso, tem muito jovem de 20 e poucos anos morrendo por aí e ninguém dá bola para isso", alerta.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), diabetes é "uma questão central para a saúde pública global" e mata 72 mil brasileiros por ano no Brasil. A doença apresenta algumas variações classificadas com diferentes nomes e corresponde a maior causa de amputações não traumáticas e de cegueira no mundo. Segundo a OMS e sociedades médicas, o Brasil tem cerca de 16 milhões de pessoas portadoras dos vários tipos de diabetes, mas quase todas as comunicações e ações globais são voltadas para os diabéticos tipo 2, deixando os outros tipos de diabetes em um buraco negro e sem informações adequadas.
"O mundo precisa entender que a maior porcentagem dos diabéticos é do tipo 2, mas que existem outros quatro tipos e que, infelizmente, quase nunca são abordados pela mídia em geral ou quando são, muitas vezes, ocorrem de forma incompleta", enfatiza.
Atualmente, a blogueira coordena uma série de ações através do Facebook (facebook.com/diabeticatiporuim) e do seu blog (www.diabeticatiporuim.com.br). Sua missão é disseminar informação adequada em prol da saúde dos portadores da doença e fomentar orientação aos seus familiares. "Quando uma família recebe o diagnóstico de diabetes em uma criança de cinco anos o mundo deles desaba. E isso acontece, principalmente, por falta de informação. Meu maior sonho é ver o diabetes sendo explicado em campanhas nacionais nas maiores redes de televisão, como é feito com o câncer de mama, por exemplo", vislumbra.
"Nas minhas crônicas eu coloco para fora todas as experiências vividas no meu dia a dia, ao longo dos 16 anos com a doença. Falo sobre o medo do futuro, o preconceito que a gente vive diariamente, falo sobre a importância de se cuidar e também sobre a importância de saber viver sem ficar bitolado no tratamento. Quero que as pessoas não portadoras do diabetes entendam que 'o buraco é mais embaixo' e fazer com que os portadores não se sintam sozinhos nessa luta", comenta.
"Descrevo para os pais os piores sintomas de uma hiper, e para um chefe, a necessidade real de faltar ao trabalho por conta das dores depois de hipo severa. Essas são coisas nunca comentadas e que fazem parte da nossa vida diária. Diabetes é muito sério e hoje em dia, infelizmente, ainda é tratado como uma simples gripe", desabafa.
A obra terá lançamento e noite de autógrafos no dia 20 de maio, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, a partir das 19 horas. O endereço é Avenida Paulista, 2073, Bela Vista, São Paulo. É possível comprar o livro pela Internet, no site: www.diabeticatiporuim.com.br.
Serviço
O que: Lançamento do livro "Diabética Tipo Ruim: o lado emocional que precisa ser falado", editora Book Express, de autoria da blogueira Marina de Barros Collaço.
Data: Sexta-feira, 20 de maio de 2016.
Horário: das 19h às 21h45
Local: Livraria Cultura do Conjunto Nacional - Piso Teatro
Endereço: Conjunto Nacional - Avenida Paulista, 2073 - Bela Vista, São Paulo.
Sobre Marina Barros
Marina de Barros Collaço sempre foi apaixonada pelas palavras. Descobriu o diabetes tipo 1 aos 16 anos de idade e desde então, sempre que pode, fala muito sobre a sua doença abertamente. Usuária de bomba de insulina e adepta a todo tipo de tecnologia ela é super antenada em todas as novidades do mercado. É formada em Publicidade, mas descobriu seu verdadeiro amor na fotografia.
Autora do blog "Diabética Tipo Ruim", ela divide seu tempo entre criar novos textos e viver por aí tornando suas experiências em narrativas de sucesso na internet.
quarta-feira, 26 de março de 2014
Perdoa-me, nova obra de Francisco Almeida Prado, chega às livrarias
Perdoa-me, o novo romance do Promotor de Justiça de São Paulo, Francisco Almeida Prado, é lançado em São Paulo e promete ser uma trama envolvente, repleta de ação, paixão e intrigas. Após o lançamento de seu primeiro livro em 2010, Liberdade, o autor jauense volta aos seus leitores com seu mais novo trabalho publicado pela Editora Novo Século, Perdoa-me.
O Romance narra a história de um advogado bem sucedido, que no ápice de suas conquistas profissionais é surpreendido pelo pedido de divorcio de sua esposa. Em uma festa em sua homenagem, ele se sente infeliz e na saída sofre um mal súbito, que o deixa em coma. Nesse meio tempo, seus ex-sócios modificam um estudo jurídico feito por ele para conseguir uma alteração legislativa, permitindo ao governo injetar dinheiro público em uma pequena empresa, dando início ao programa que deixaria os proprietários do empreendimento milionários. Ao acordar do coma, cinco anos depois, o advogado descobre a traição de seus ex-sócios e tenta apurar os fatos e o mau uso do dinheiro público. O que não vai ser fácil, já que vão tentar impedi-lo de todas as formas. Seu assassinato já foi contratado.
Com 27 anos de carreira em Direito Público, Francisco Almeida Prado nasceu em jaú, interior paulista, apaixonado pela profissão, diz que encontrou diversos erros ao longo de sua trajetória, mas sempre acredita no perdão.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
“Garotas sérias”, de Maxine Swann, é um mergulho atraente no mundo interior de duas adolescentes
O novo lançamento do selo Essência, da editora Planeta, aborda a forte amizade entre Maya e Roe e a jornada de amadurecimento dessas duas garotas especiais.
“Quando é que a vida toma o seu curso?”, pergunta-se a adolescente Maya, solitária no colégio interno para o qual foi mandada por insistência de sua excêntrica avó. A garota de 16 anos sente como se uma página em branco tivesse sido aberta em sua vida. O romance Garotas sérias, da autora norte-americana Maxine Swann (Planeta/Essência, 256 págs., R$ 34,90), não responde à questão, mas avança sobre dúvidas da juventude e o árduo caminho para o amadurecimento.
Criada em um local remoto no interior dos Estados Unidos por sua mãe, uma mulher de hábitos hippies e emocionalmente distante da filha, Maya vê a si mesma completamente isolada nesse colégio frequentado apenas por meninas ricas divididas em panelinhas como “as perfeitas”, “as excluídas” e “as perdidas”, estas últimas deslocadas no meio das duas primeiras categorias, transitando de uma à outra.É quando Roe, outra “forasteira”, torna-se a melhor amiga e confidente de Maya. Desse momento em diante, as duas garotas começam a trocar histórias de vida e a especular sobre o que realmente significa crescer e “virar gente”. Como elas poderão se transformar em “pessoas”, com estilos e personalidades diferentes dos daquelas colegas de escola, tão padronizadas.
O desejo de acelerar o relógio do tempo e virar adultas leva as duas amigas muito além do mundo fechado do colégio interno, até o vilarejo local e também à cidade grande mais próxima, onde elas passam a experimentar de tudo: fazer compras em brechós; confrontar seus medos ao assumir diferentes identidades e modos de se vestir; e saber mais sobre sexo e relacionamentos.
As duas garotas passam a testar o precário limite entre a afirmação de suas personalidades e a total desintegração delas. Envolvem-se em diferentes relacionamentos, alguns perigosos, dos quais elas se livram a tempo, cada vez mais sábias e seguras da força de sua amizade e de sua curiosidade perante a vida.
Maxine Swann escreve com imparcialidade natural e beleza poética tanto sobre as grandes questões da vida quanto sobre o significado de pequenos gestos. E, por meio da voz de Maya, conta a difícil, porém elegante, história de amadurecimento de duas jovens mulheres, honestas e sedentas por se destacarem das demais colegas da mesma idade.
Sobre a autora
Da mesma forma que as crianças de seu livro mais famoso, Filhos de hippies (lançado pela Planeta em 2011), Maxine Swann nasceu em 1969 e cresceu na zona rural da Pensilvânia. Já recebeu importantes prêmios, como o Harold D. Vursell Memorial Award, da Academia Americana de Artes e Letras; o Cohen Award, da revista literária Ploughshares, por melhor ficção do ano; o O. Henry; e o Pushcart Prize.
Lançado agora no Brasil, Garotas sérias, de 2003, foi o seu primeiro romance. Maxine já morou em Paris e no Paquistão, e vive hoje em Buenos Aires, na Argentina.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Ação e romance são os ingredientes de Sangue de Lobo
Editora DCL lança livro definitivo sobre lobo, escrito pelas autoras Rosana Rios e Helena Gomes, no qual explicam a transformação de um homem em lobisomem.
Em um mundo fantástico de lobos, homens e criaturas assustadoras, as escritoras Helena Gomes e Rosana Rios criaram uma história que promete prender a atenção do leitor até a última linha. Sangue de Lobo, que chega às livrarias de todo o Brasil no mês de agosto pelo FAROL Literário, selo do grupo DCL (Difusão Cultural do Livro), mostra uma série de assassinatos que aconteceram no século XX e voltam a acontecer no século XXI. A história, recheada de suspense, romance, ação e mistérios, revela porque as autoras são reconhecidas por criar mundos fantásticos que fascinam pessoas de todas as idades.
Em Sangue de Lobo, um antigo original de um livro, contando uma história de mistério e morte que acontece no século XX, jaz esquecido num pequeno museu em um restaurante no interior de Minas Gerais. Duas jovens, Ana Cristina e Cristiana, em viagem com a família de Ana, encontram-no e leem a história. Elas ficam assustadas, pois o enredo do livro retrata exatamente o jogo de RPG que elas criaram com amigos em São Paulo. E o mais curioso: a história se passa na cidade onde vão passar as férias. Foi lá que ocorreram crimes em série no início do século XX. E, no mesmo local, 100 anos depois, volta a acontecer uma sequência sinistra de mortes – oito macabras bonecas de porcelana parecem corresponder às vítimas de um insano assassino serial.
As histórias do presente e do passado se misturam, a partir do personagem Daniel que, na verdade, é o lobisomem, o Hector um rapaz inglês do passado que lutava contra a maldição. O livro trata ainda da relação de amor entre uma garota e um lobisomem. A origem do nome, Sangue de Lobo, está na explicação do que acontece com o sangue para que o personagem se transforme em lobo. As autoras foram buscar explicações científicas para justificar a transfiguração. Por isso, a obra está sendo chamada de “o livro definitivo sobre lobisomens”. Como contos da mitologia e do folclore, em que seres humanos se transformam em animais, e devem passar por duras provas para reencontrar sua parcela de humanidade, nesta história a busca interior de cada personagem os levará a enfrentar a maldade e a loucura em busca de respostas – se não sobre os crimes, quem sabe sobre si mesmos.
Esse é o primeiro encontro literário das duas autoras que são apaixonadas pelo mundo fantástico. “Fantasia, aventura e seres fantásticos estão entre os elementos que gosto muito de colocar nas minhas histórias. Acho que escrevo sobre eles porque também me fascinam. E nada como um bom fascínio para dar ideias a um escritor”, justifica a autora Helena Gomes. “Acho que o Fantástico – a Ficção Científica, o Terror, a Fantasia – são gêneros que dão mais liberdade ao escritor para falar de assuntos importantes, sem ser chato”, diz Rosana Rios.
Rosana Rios e Helena Gomes já se conheciam do meio literário. Helena já havia lido alguns livros de Rosana desde o final da década de 1990. Elas se encontraram várias vezes em lançamentos, feiras e encontros, até que, num desses eventos, almoçaram juntas e Rosana fez um convite para que escrevessem um livro juntas. “Achei que ela ficou meio tímida, mas dias depois me mandou o início de uma história com o personagem Hector: um rapaz inglês que, nos primeiros anos do século XX, está condenado a se transformar em lobisomem nas noites de Lua Cheia. Adorei a concepção do personagem, que lutava contra aquela maldição, e propus um outro personagem importante, o Daniel, que viveria no século XXI. Então começamos a escrever. A história tomou vida nas nossas cabeças e acabou virando um livro policial muito emocionante”, recorda Rosana Rios.
Criando o livro
Ao ler Sangue de Lobo, o leitor percebe a boa sintonia que houve entre as autoras. Na Parte 1 da obra, Helena Gomes ficou com a parte do passado (século XX), enquanto Rosana Rios com o presente (século XXI). Já na Parte 2, os capítulos foram divididos e cada uma ficou responsável por alguns deles. “Mas sempre demos palpite nos capítulos uma da outra, intercalamos cenas, mudamos acontecimentos até ficarmos satisfeitas com o resultado final”, comenta Rosana Rios.
Para criar a obra, as duas fizeram ainda várias pesquisas, como explicar cientificamente a transformação de um ser humano em lobo. “Qual é o agente que desencadeia a mutação em lobo? Fomos pesquisar em vários mitos sobre transformação e nas histórias do folclore mundial sobre lobisomens, e também fomos estudar a composição do sangue humano. Descobrimos coisas incríveis, que explicam perfeitamente a contaminação que resulta na Licantropia. E, já que está tudo no sangue, daí tiramos o nome do livro – Sangue de Lobo. Basta dizer que o leitor vai finalmente entender o que faz uma pessoa virar lobo e como reverter a maldição”, revela Rosana Rios.
Um dos pontos altos de Sangue de Lobo é que a história fantástica se passa no Brasil. “Há cenários incríveis aqui, só esperando uma chance de serem descobertos. A cidadezinha de Passa Quatro, em Minas, onde se passa a trama, é uma delícia, cercada por montanhas numa paisagem de tirar o fôlego”, conta Helena Gomes. Isso sem falar das oito macabras bonecas de porcelana que ficarão marcadas na memória do leitor. “Aquelas bonecas de porcelana me dão calafrios. Elas, com certeza, chamam a atenção (rsrs)”, brinca Helena.
Para elas, as histórias fantásticas são muito importantes para a formação do jovem, público-alvo do livro. “Além de ser muito atraente para o leitor jovem, o Fantástico apresenta possibilidades sem fim de reflexão sobre a realidade. Às vezes é importante nos afastarmos do mundo real para compreender melhor como ele funciona. E, como nas histórias de fantasia usamos muitos elementos dos mitos e do folclore (como a figura do lobisomem), trabalhamos com arquétipos, motivos antigos que fazem parte da literatura desde sempre. Tudo isso enriquece o leitor”, opina Rosana Rios.
Para conhecer um pouco mais sobre o livro e o trabalho das autoras, acesse o blog http://sangue-de-lobo.blogspot.com/
Em um mundo fantástico de lobos, homens e criaturas assustadoras, as escritoras Helena Gomes e Rosana Rios criaram uma história que promete prender a atenção do leitor até a última linha. Sangue de Lobo, que chega às livrarias de todo o Brasil no mês de agosto pelo FAROL Literário, selo do grupo DCL (Difusão Cultural do Livro), mostra uma série de assassinatos que aconteceram no século XX e voltam a acontecer no século XXI. A história, recheada de suspense, romance, ação e mistérios, revela porque as autoras são reconhecidas por criar mundos fantásticos que fascinam pessoas de todas as idades.
Em Sangue de Lobo, um antigo original de um livro, contando uma história de mistério e morte que acontece no século XX, jaz esquecido num pequeno museu em um restaurante no interior de Minas Gerais. Duas jovens, Ana Cristina e Cristiana, em viagem com a família de Ana, encontram-no e leem a história. Elas ficam assustadas, pois o enredo do livro retrata exatamente o jogo de RPG que elas criaram com amigos em São Paulo. E o mais curioso: a história se passa na cidade onde vão passar as férias. Foi lá que ocorreram crimes em série no início do século XX. E, no mesmo local, 100 anos depois, volta a acontecer uma sequência sinistra de mortes – oito macabras bonecas de porcelana parecem corresponder às vítimas de um insano assassino serial.
As histórias do presente e do passado se misturam, a partir do personagem Daniel que, na verdade, é o lobisomem, o Hector um rapaz inglês do passado que lutava contra a maldição. O livro trata ainda da relação de amor entre uma garota e um lobisomem. A origem do nome, Sangue de Lobo, está na explicação do que acontece com o sangue para que o personagem se transforme em lobo. As autoras foram buscar explicações científicas para justificar a transfiguração. Por isso, a obra está sendo chamada de “o livro definitivo sobre lobisomens”. Como contos da mitologia e do folclore, em que seres humanos se transformam em animais, e devem passar por duras provas para reencontrar sua parcela de humanidade, nesta história a busca interior de cada personagem os levará a enfrentar a maldade e a loucura em busca de respostas – se não sobre os crimes, quem sabe sobre si mesmos.
Esse é o primeiro encontro literário das duas autoras que são apaixonadas pelo mundo fantástico. “Fantasia, aventura e seres fantásticos estão entre os elementos que gosto muito de colocar nas minhas histórias. Acho que escrevo sobre eles porque também me fascinam. E nada como um bom fascínio para dar ideias a um escritor”, justifica a autora Helena Gomes. “Acho que o Fantástico – a Ficção Científica, o Terror, a Fantasia – são gêneros que dão mais liberdade ao escritor para falar de assuntos importantes, sem ser chato”, diz Rosana Rios.
Rosana Rios e Helena Gomes já se conheciam do meio literário. Helena já havia lido alguns livros de Rosana desde o final da década de 1990. Elas se encontraram várias vezes em lançamentos, feiras e encontros, até que, num desses eventos, almoçaram juntas e Rosana fez um convite para que escrevessem um livro juntas. “Achei que ela ficou meio tímida, mas dias depois me mandou o início de uma história com o personagem Hector: um rapaz inglês que, nos primeiros anos do século XX, está condenado a se transformar em lobisomem nas noites de Lua Cheia. Adorei a concepção do personagem, que lutava contra aquela maldição, e propus um outro personagem importante, o Daniel, que viveria no século XXI. Então começamos a escrever. A história tomou vida nas nossas cabeças e acabou virando um livro policial muito emocionante”, recorda Rosana Rios.
Criando o livro
Ao ler Sangue de Lobo, o leitor percebe a boa sintonia que houve entre as autoras. Na Parte 1 da obra, Helena Gomes ficou com a parte do passado (século XX), enquanto Rosana Rios com o presente (século XXI). Já na Parte 2, os capítulos foram divididos e cada uma ficou responsável por alguns deles. “Mas sempre demos palpite nos capítulos uma da outra, intercalamos cenas, mudamos acontecimentos até ficarmos satisfeitas com o resultado final”, comenta Rosana Rios.
Para criar a obra, as duas fizeram ainda várias pesquisas, como explicar cientificamente a transformação de um ser humano em lobo. “Qual é o agente que desencadeia a mutação em lobo? Fomos pesquisar em vários mitos sobre transformação e nas histórias do folclore mundial sobre lobisomens, e também fomos estudar a composição do sangue humano. Descobrimos coisas incríveis, que explicam perfeitamente a contaminação que resulta na Licantropia. E, já que está tudo no sangue, daí tiramos o nome do livro – Sangue de Lobo. Basta dizer que o leitor vai finalmente entender o que faz uma pessoa virar lobo e como reverter a maldição”, revela Rosana Rios.
Um dos pontos altos de Sangue de Lobo é que a história fantástica se passa no Brasil. “Há cenários incríveis aqui, só esperando uma chance de serem descobertos. A cidadezinha de Passa Quatro, em Minas, onde se passa a trama, é uma delícia, cercada por montanhas numa paisagem de tirar o fôlego”, conta Helena Gomes. Isso sem falar das oito macabras bonecas de porcelana que ficarão marcadas na memória do leitor. “Aquelas bonecas de porcelana me dão calafrios. Elas, com certeza, chamam a atenção (rsrs)”, brinca Helena.
Para elas, as histórias fantásticas são muito importantes para a formação do jovem, público-alvo do livro. “Além de ser muito atraente para o leitor jovem, o Fantástico apresenta possibilidades sem fim de reflexão sobre a realidade. Às vezes é importante nos afastarmos do mundo real para compreender melhor como ele funciona. E, como nas histórias de fantasia usamos muitos elementos dos mitos e do folclore (como a figura do lobisomem), trabalhamos com arquétipos, motivos antigos que fazem parte da literatura desde sempre. Tudo isso enriquece o leitor”, opina Rosana Rios.
Para conhecer um pouco mais sobre o livro e o trabalho das autoras, acesse o blog http://sangue-de-lobo.blogspot.com/
Título: Sangue de Lobo
Autoras: Helena Gomes e Rosana Rios
Formato: 15,5 x 23,5
Nº. de Páginas: 520
Acabamento: capa laminação fosca com verniz
ISBN: 978-85-62525-35-3
Viver sem Morrer
Toda uma trajetória de quem conviveu e cuidou com carinho por nove anos do pai com esclerose lateral amiotrófica.
A cada 90 minutos alguém é diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica) - há 3 casos a cada 200 mil pessoas. A Doença de Neurônio Motor (DNM), como também é chamada, é uma condição neurodegenerativa que progride rapidamente e compromete os neurônios que comandam os movimentos.
Quando Mauricio Cukierkorn, então com 62 anos de idade, recebeu o diagnóstico de ELA - esclerose lateral amiotrófica, uma doença neurodegenerativa, rapidamente progressiva, irreversível e fatal, sua família se mobilizou para oferecer a melhor qualidade de vida possível ao paciente e para buscar informações sobre as melhores opções de tratamento para a doença.
O engenheiro conviveu nove anos com a doença, muito mais do que previram os seus médicos e do que a estimativa em geral, vivendo cada dia com disposição e força de vontade. Não "abandonou" o trabalho totalmente e as horas de lazer foram valorizadas. O apoio da família foi fundamental durante todo o tratamento. A experiência de cuidar do pai e dedicar carinho e apoio para com ele resultou em um livro de escrita singela, em que a filha, Flora Cukierkorn Diskin descreve a trajetória de sua vida e de toda a família durante os nove anos do tratamento da doença do pai.
O objetivo de "Viver sem Morrer - a vida com ELA - esclerose lateral amiotrófica" (Minha Editora - selo editorial Manole, 2010, 112 páginas, ISBN: 978 85 7868 013 8) não é contar a história de vida de uma pessoa com a doença, mas sim homenagear um pai, apresentando maneiras de lidar com as fases da doença e relatando como ela interage com o corpo do paciente. Como ela mobiliza a família e como o paciente precisa de apoio, dedicação e acima de tudo, muito amor.
Dentro de inúmeras limitações e desgastes, a família procurou proporcionar bons momentos a Mauricio, estando ao seu lado durante o tratamento, ressaltando a importância do amor dado ao doente e a necessidade de mostrar que cada dia a mais na vida vale a pena. Os dias passam a ter muita importância e toda vivencia a mais é entendida como um acréscimo, faz da presença um novo aprendizado e o estar junto é cada dia mais valorizado.
De acordo com Flora, a obra demonstra que o carinho e os cuidados adequados auxiliam de forma decisiva no tratamento, amenizando o sofrimento do paciente. "Quando deixamos um doente isolado, ele acaba desistindo de viver, por isso os cuidados são importantes para encorajar o paciente em busca da 'cura", em busca do amanhecer", afirma.
Outro destaque da história fica por conta da força de vontade que influencia positivamente, o que permitiu a Maurício superar as expectativas dos médicos. "O primeiro médico que diagnosticou meu pai deu para ele apenas um ano de vida, mas ele viveu nove", conta Flora. E completa: "Nos nove anos de tratamento do meu pai houve dor, sofrimento, mas também oportunidade de vivenciar conquistas, aprendendo muito estando ao seu lado em momentos importantes."
Ao longo dos capítulos, médicos que auxiliaram no tratamento tiveram espaço para expor suas ideias e relatar um aprendizado bilateral, explicando a doença com seus detalhes por meio de uma linguagem simples e direta. "Escrevi o livro sentindo todo o apoio de meu pai para que eu contribuísse de alguma forma com as pessoas doentes e para com os seus familiares, que muitas vezes não conseguem lidar com a doença e entender que o doente precisa de auxílio e paciência", ressalta a autora.
O livro consegue ir além de um desabafo, mostra a importância da crença na cura e a superação de Mauricio, despertando a alma do leitor para a vida.
Esclerose lateral amiotrófica - ELA
Doença rara (com incidência ao redor de 1,5 caso/100.000 pessoas por ano), a esclerose lateral amiotrófica (ELA), ou doença do neurônio motor (DNM), é uma condição neurodegenerativa, caracterizada por comprometimento dos neurônios motores do cérebro (neurônio motor superior - NMS) e da medula nervosa (neurônio motor inferior - NMI). A condição é de etiologia desconhecida e, até o momento, não há cura. Sintomas: cãimbras, fraqueza muscular e insuficiência respiratória. O estágio final da doença é dramático: os pacientes ficam no leito, sem movimentos, com respirador artificial, com alimentação via sonda e comunicação comprometida, muitas vezes só conseguida por meio de movimentos oculares.
Sobre a Autora:
Flora Cukierkorn Diskin - Formou-se em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Em seguida, em 1990, estudou decoração de interiores. Inspirada no pai, Mauricio Cukierkorn, engenheiro civil, formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), especializou-se nas áreas de construção e reformas, bem como de decoração de imóveis comerciais e residenciais. Obteve reconhecimento por trabalhos em arquitetura de interiores em diversas publicações.
A cada 90 minutos alguém é diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica) - há 3 casos a cada 200 mil pessoas. A Doença de Neurônio Motor (DNM), como também é chamada, é uma condição neurodegenerativa que progride rapidamente e compromete os neurônios que comandam os movimentos.
Quando Mauricio Cukierkorn, então com 62 anos de idade, recebeu o diagnóstico de ELA - esclerose lateral amiotrófica, uma doença neurodegenerativa, rapidamente progressiva, irreversível e fatal, sua família se mobilizou para oferecer a melhor qualidade de vida possível ao paciente e para buscar informações sobre as melhores opções de tratamento para a doença.
O engenheiro conviveu nove anos com a doença, muito mais do que previram os seus médicos e do que a estimativa em geral, vivendo cada dia com disposição e força de vontade. Não "abandonou" o trabalho totalmente e as horas de lazer foram valorizadas. O apoio da família foi fundamental durante todo o tratamento. A experiência de cuidar do pai e dedicar carinho e apoio para com ele resultou em um livro de escrita singela, em que a filha, Flora Cukierkorn Diskin descreve a trajetória de sua vida e de toda a família durante os nove anos do tratamento da doença do pai.
O objetivo de "Viver sem Morrer - a vida com ELA - esclerose lateral amiotrófica" (Minha Editora - selo editorial Manole, 2010, 112 páginas, ISBN: 978 85 7868 013 8) não é contar a história de vida de uma pessoa com a doença, mas sim homenagear um pai, apresentando maneiras de lidar com as fases da doença e relatando como ela interage com o corpo do paciente. Como ela mobiliza a família e como o paciente precisa de apoio, dedicação e acima de tudo, muito amor.
Dentro de inúmeras limitações e desgastes, a família procurou proporcionar bons momentos a Mauricio, estando ao seu lado durante o tratamento, ressaltando a importância do amor dado ao doente e a necessidade de mostrar que cada dia a mais na vida vale a pena. Os dias passam a ter muita importância e toda vivencia a mais é entendida como um acréscimo, faz da presença um novo aprendizado e o estar junto é cada dia mais valorizado.
De acordo com Flora, a obra demonstra que o carinho e os cuidados adequados auxiliam de forma decisiva no tratamento, amenizando o sofrimento do paciente. "Quando deixamos um doente isolado, ele acaba desistindo de viver, por isso os cuidados são importantes para encorajar o paciente em busca da 'cura", em busca do amanhecer", afirma.
Outro destaque da história fica por conta da força de vontade que influencia positivamente, o que permitiu a Maurício superar as expectativas dos médicos. "O primeiro médico que diagnosticou meu pai deu para ele apenas um ano de vida, mas ele viveu nove", conta Flora. E completa: "Nos nove anos de tratamento do meu pai houve dor, sofrimento, mas também oportunidade de vivenciar conquistas, aprendendo muito estando ao seu lado em momentos importantes."
Ao longo dos capítulos, médicos que auxiliaram no tratamento tiveram espaço para expor suas ideias e relatar um aprendizado bilateral, explicando a doença com seus detalhes por meio de uma linguagem simples e direta. "Escrevi o livro sentindo todo o apoio de meu pai para que eu contribuísse de alguma forma com as pessoas doentes e para com os seus familiares, que muitas vezes não conseguem lidar com a doença e entender que o doente precisa de auxílio e paciência", ressalta a autora.
O livro consegue ir além de um desabafo, mostra a importância da crença na cura e a superação de Mauricio, despertando a alma do leitor para a vida.
Esclerose lateral amiotrófica - ELA
Doença rara (com incidência ao redor de 1,5 caso/100.000 pessoas por ano), a esclerose lateral amiotrófica (ELA), ou doença do neurônio motor (DNM), é uma condição neurodegenerativa, caracterizada por comprometimento dos neurônios motores do cérebro (neurônio motor superior - NMS) e da medula nervosa (neurônio motor inferior - NMI). A condição é de etiologia desconhecida e, até o momento, não há cura. Sintomas: cãimbras, fraqueza muscular e insuficiência respiratória. O estágio final da doença é dramático: os pacientes ficam no leito, sem movimentos, com respirador artificial, com alimentação via sonda e comunicação comprometida, muitas vezes só conseguida por meio de movimentos oculares.
Sobre a Autora:
Flora Cukierkorn Diskin - Formou-se em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Em seguida, em 1990, estudou decoração de interiores. Inspirada no pai, Mauricio Cukierkorn, engenheiro civil, formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), especializou-se nas áreas de construção e reformas, bem como de decoração de imóveis comerciais e residenciais. Obteve reconhecimento por trabalhos em arquitetura de interiores em diversas publicações.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Raquel Moreno lança seu primeiro livro: Loucuras de Cristina
O calor da Cidade Maravilhosa aquece as aventuras de uma jovem irreverente e divertidíssima que circula pelos lugares mais balados - e fictícios - do Rio de Janeiro. Cristina é o retrato da mulher atual: livre, desimpedida, baladeira, independente, vaidosa, trabalhadora, dona de si... mas também romântica e sonhadora. A protagonista de Loucuras de Cristina marca a estréia da jornalista Raquel Moreno na literatura nacional e suas aventuras são capazes de causar delírio na classe feminina e o desespero masculino. Afinal, será que os homens estão preparados para se depararem com as opiniões sinceras das mulheres?!Cristina é fruto da liberdade, que garante a uma jovem questionar a compulsão por cirurgias plásticas e tratamentos estéticos; a busca pelo homem ideal (nem que seja por uma noite apenas); a conquista da individualidade e da liberdade convivendo harmonicamente com tradições familiares; a batalha profissional, etc. Em Loucuras de Cristina é permitido ainda ser politicamente incorreta, debochada e fútil. Em seu primeiro livro, Raquel Moreno coloca as mulheres em primeiro plano, sem ter a pretensão de defender discursos feministas. Nas 30 crônicas publicadas, os leitores encontram aquela discussão filosófica de amigas reunidas num bar ou aquela rápida confidência revelada no banheiro feminino.
Bastidores de Cristina
A trajetória de Cristina começou com a transição da adolescência para a juventude de sua criadora, que, seguindo os conselhos de sua terapeuta, passou a escrever crônicas. De Petrópolis para lugares mais distantes, os textos se espalhavam entre amigos e familiares via e-mail. Com a evolução dos meios digitais, veio um blog e a multiplicação de fãs. No início deste ano, Raquel finalmente pode realizar o sonho de imortalizar sua criação nas páginas de um livro por meio do site agBook da AlphaGraphics, que possibilita a revelação de novos talentos com a democratização da literatura nacional.
Disponível para leitores de todo o país, Loucuras de Cristina está à venda no http://www.agbook.com.br/book/18192--Loucuras_de_Cristina, por R$ 42,14. Nas cidades com unidades AlphaGraphics (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, São José dos Campos, Ribeirão Preto, Teresina, Vitória e, em breve, Fortaleza, São Bernardo do Campo e Campinas), os compradores podem optar pela retirada dos exemplares nas lojas da rede, sem custo de frete e prazo mais rápido. Futuramente, o livro Loucuras de Cristina também poderá ser impresso em lojas internacionais AlphaGraphics, presentes em países como Estados Unidos, China, Inglaterra e México.
Um pouco das Loucuras de Cristina
Festa de família, a melhor ocasião para comer bem, beber bem, falar mal da filha da prima da sua mãe e chegar à conclusão de que em toda família o cinismo se faz necessário quando rolam altos barracos. (Trecho da crônica "Alegria, Alegria, Mais Uma")
Nós, seres humanos, somos como um produto. Possuímos valores agregados, agradamos ou não, e temos o nosso preço! Esse negócio de bancarmos os sentimentalistas, dizendo que o sentido da vida é o amor, que o canto dos passarinhos é como uma sinfonia, e que nos apaixonamos pelo interior da pessoa, são frases feitas. Estamos no mercado, precisamos nos preocupar com a concorrência, entrar na briga para sermos um "share of mind". Temos que atingir metas, lidamos com prazos, números a alcançar! Precisamos trabalhar arduamente para que o nosso produto não entre em declínio! Assim é a busca pelo sexo oposto. Essa história de trabalhar com marketing está afetando meus neurônios. (Trecho da crônica "Reposicionamento de Marca")
Marquei com a Consuelo, Denise e Suelen de irmos a um bar. Otaviano vai junto e não tem coisa pior pra namorado do que sair com as melhores amigas da namorada sendo o único macho na mesa. Mas o meu espírito competitivo falou mais alto e ele foi intimado a ir junto. Da última vez, saí com ele e os amigos dele. Além de ter sido obrigada a ouvir todas as baixarias possíveis e assuntos sobre futebol e mulher gostosa, ainda levei cantada de um amigo mala e bêbado. E Tavinho ainda disse: "Tá vendo amor como os meus amigos são divertidos? A gente conversa sobre tudo". Mas eu vou provar para ele que as minhas amigas são mais divertidas, conversam sobre tudo e têm conteúdo. (Trecho da crônica "A Aposta")
Criadora ou criatura?!
Raquel Moreno nasceu no dia 6 de dezembro de 1982, na cidade de Petrópolis, no Estado do Rio de Janeiro. Caçula de quatro irmãos, ela passou parte da sua infância e adolescência em Juiz de Fora, Minas Gerais. De volta à sua cidade natal, concluiu seus estudos e cursou Comunicação Social - época em que iniciou a produção das crônicas sobre as aventuras e as loucuras de Cristina. Formada em jornalismo, mudou-se para a capital mineira, onde vive até hoje. Em Belo Horizonte, continuou com a criação de crônicas, enquanto dava os primeiros passos em sua carreira de jornalista.
LANÇAMENTO EDITORA LEYA: CHEGA AO BRASIL O ROMANCE "QUANTAS MADRUGADAS TEM A NOITE", DE ONDJAKI
O escritor angolano Ondjaki, um dos expoentes da nova geração de escritores africanos, lança agora no Brasil, pela Editora LeYa, “Quantas madrugadas tem a noite”, publicado em 2004 em Angola e Portugal. A obra é o segundo romance de Ondjaki, que também se dedica à poesia, ao teatro, aos contos e à literatura infantil.
O autor, que já afirmou em entrevista que “frequentar livros é frequentar mundos”, conduz o leitor até Luanda, cenário das diversas histórias que constituem o romance. Povoada por personagens como o professor albino Jaí, o anão BurkinaFaçam e o protagonista AdolfoDido, a trama flerta com o fantástico ao mesmo tempo quem que traça um panorama atualizado da Luana pós-independendência.
Com temperadas doses de humor, farsa, drama, lirismo e violência, “Quantas madrugadas tem a noite” mantém o estilo presente em outras obras do autor, em que a oralidade permeia fortemente a narrativa, aproximando o leitor dos acontecimentos como se eles estivessem sendo contados entre amigos e entre muitas birras (cervejas). Um breve glossário ao fim do livro esclarece gírias e expressões regionais, que não atrapalham a fluência da leitura.
Embora alegue certa dificuldade com o conceito de literatura africana – “porque África são muitas, e várias, e tantas” -, Ondjaki ocupa lugar de destaque nesta seara, responsável que é por nos apresentar uma Angola contemporânea e diversa, que aprende a lidar com seu passado recente e sofrido.
“Ainda vais rir, mas prepara também o teu coração pra chorar, a vida é mesmo esse laço apertado, tem dias que lhe conhecemos os segredos — lhe desapertamos, outros dias lutamos só, nossas derrotas e lágrimas, e ficamos a olhar: o pescador se irrita com os nós da rede?”
Ficha técnica
Título: Quantas madrugadas tem a noite
Autor: Ondjaki
Formato: 16 x 23 cm
Nº de páginas: 192
Preço: R$ 39,90
Sobre o autor
Ondjaki (codinome literário de Ndalu de Almeida) tem diversos livros publicados, entre contos, romances e poesia. O primeiro deles, “Actu Sanguíneu”, foi publicado em 2000, sendo sucedido por “O Assobiador” (2002), “Bom dia camaradas”, “Há Prendisajens com o Xão” (2002), entre outros. “E se Amanhã o Medo” (2005) foi agraciado com Prêmio Antônio Paulouro (Portugal, 2005). Também pintor e roteirista, aos 33 anos Ondjaki é o mais novo membro da União dos Escritores Angolanos; suas obras já foram traduzidas para o italiano, espanhol, inglês, francês, alemão, sérvio, sueco e chinês. Atualmente, Ondjaki mora no Rio de Janeiro.
Sobre a LeYa
A LeYa nasceu em Portugal, em janeiro de 2008, como empresa holding na qual se integram algumas das mais prestigiadas editoras nacionais e duas das mais bem-sucedidas editoras africanas. Compõem a LeYa as seguintes editoras: ASA, Caderno, Caminho, Casa das Letras, Dom Quixote, Estrela Polar, Gailivro, Livros d'Hoje, Lua de Papel, Ndjira (Moçambique), Nova Gaia, Nzila (Angola), Oceanos, Oficina do Livro, Quinta Essência, Sebenta, Teorema e Texto. A força destas marcas e a qualidade do que produzem, aliada aos objetivos ambiciosos e à dinâmica de grupo, fazem da LeYa uma empresa forte e coesa nos seus objetivos gerais e diversa nos seus programas editoriais.
O autor, que já afirmou em entrevista que “frequentar livros é frequentar mundos”, conduz o leitor até Luanda, cenário das diversas histórias que constituem o romance. Povoada por personagens como o professor albino Jaí, o anão BurkinaFaçam e o protagonista AdolfoDido, a trama flerta com o fantástico ao mesmo tempo quem que traça um panorama atualizado da Luana pós-independendência.
Com temperadas doses de humor, farsa, drama, lirismo e violência, “Quantas madrugadas tem a noite” mantém o estilo presente em outras obras do autor, em que a oralidade permeia fortemente a narrativa, aproximando o leitor dos acontecimentos como se eles estivessem sendo contados entre amigos e entre muitas birras (cervejas). Um breve glossário ao fim do livro esclarece gírias e expressões regionais, que não atrapalham a fluência da leitura.
Embora alegue certa dificuldade com o conceito de literatura africana – “porque África são muitas, e várias, e tantas” -, Ondjaki ocupa lugar de destaque nesta seara, responsável que é por nos apresentar uma Angola contemporânea e diversa, que aprende a lidar com seu passado recente e sofrido.
“Ainda vais rir, mas prepara também o teu coração pra chorar, a vida é mesmo esse laço apertado, tem dias que lhe conhecemos os segredos — lhe desapertamos, outros dias lutamos só, nossas derrotas e lágrimas, e ficamos a olhar: o pescador se irrita com os nós da rede?”
Ficha técnica
Título: Quantas madrugadas tem a noite
Autor: Ondjaki
Formato: 16 x 23 cm
Nº de páginas: 192
Preço: R$ 39,90
Sobre o autor
Ondjaki (codinome literário de Ndalu de Almeida) tem diversos livros publicados, entre contos, romances e poesia. O primeiro deles, “Actu Sanguíneu”, foi publicado em 2000, sendo sucedido por “O Assobiador” (2002), “Bom dia camaradas”, “Há Prendisajens com o Xão” (2002), entre outros. “E se Amanhã o Medo” (2005) foi agraciado com Prêmio Antônio Paulouro (Portugal, 2005). Também pintor e roteirista, aos 33 anos Ondjaki é o mais novo membro da União dos Escritores Angolanos; suas obras já foram traduzidas para o italiano, espanhol, inglês, francês, alemão, sérvio, sueco e chinês. Atualmente, Ondjaki mora no Rio de Janeiro.
Sobre a LeYa
A LeYa nasceu em Portugal, em janeiro de 2008, como empresa holding na qual se integram algumas das mais prestigiadas editoras nacionais e duas das mais bem-sucedidas editoras africanas. Compõem a LeYa as seguintes editoras: ASA, Caderno, Caminho, Casa das Letras, Dom Quixote, Estrela Polar, Gailivro, Livros d'Hoje, Lua de Papel, Ndjira (Moçambique), Nova Gaia, Nzila (Angola), Oceanos, Oficina do Livro, Quinta Essência, Sebenta, Teorema e Texto. A força destas marcas e a qualidade do que produzem, aliada aos objetivos ambiciosos e à dinâmica de grupo, fazem da LeYa uma empresa forte e coesa nos seus objetivos gerais e diversa nos seus programas editoriais.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
O que será de mim sem você?
Editora Prumo lança no Brasil obra de Guillaume Musso, um dos maiores escritores franceses, que já vendeu mais de 6 milhões de exemplares de seus livros somente na França
Chega este mês às livrarias brasileiras, a obra “O que será de mim sem você”, de Guillaume Musso, um dos maiores escritores franceses da atualidade. Seus livros já venderam mais de 6 milhões de exemplares somente na França; foram traduzidos em 31 idiomas, e quatro deles se transformaram em filmes. A obra teve tiragem inicial na França de 522 mil exemplares.
Ambientado em cidades que vivem no imaginário dos leitores (Paris, Nova York e São Francisco), o romance é um thriller policial em que perseguições, amor, conflitos humanos, dinheiro e poder se entrelaçam.
Gabrielle conhece seu grande amor na época da faculdade e, juntos, vivem mágicos e intensos encontros. Porém, ele é intercambista e precisa retornar para a Europa. Eles se separam, prometendo juras de eterno amor e um futuro reencontro. Contudo, em tempos em que a resposta a um simples “eu te amo” demorava em média 15 dias para chegar, é difícil manter a chama acesa. As cartas vão ficando cada vez mais raras até que cessam. Ele, então, passa seus dias economizando até seu último centavo para ir a Nova York para reencontrá-la. O que o surpreende é que Gabrielle não aparece. Desapontado, o amor, a humilhação e a solidão o corroem.
Muito tempo depois, surge a oportunidade de ele ir a São Francisco a trabalho. Haverá a exposição do maior diamante do mundo, a Chave do paraíso, e ele é incumbido de prender o maior ladrão de obras de arte e jóias do mundo, Archibald, que provavelmente tentará o roubo mais audacioso de sua carreira.
Gabrielle é a ligação entre esses dois homens, porém ela não faz idéia como. Será necessário que os dois reapareçam e lhe contem a verdade de todos esses anos. O passado precisará ser revirado para que as conexões sejam restabelecidas. E, então, ela terá de tomar a decisão mais difícil de sua vida.
A narrativa de Musso é dinâmica, deixa o leitor com vontade de seguir logo até o final da história que, com certeza, o surpreenderá. Ele mescla momentos mais românticos com muita ação ininterrupta. As descrições de cidades como São Francisco, Nova York e Paris são riquíssimas devido à familiaridade de Guillaume com os locais.
SOBRE O AUTOR:
Guillaume Musso é um grande best-seller na França e um autor em iminente ascensão internacional. Nasceu em 1974 e descobriu a literatura aos dez anos, idade em que decidiu ser escritor. Inspirado pela cidade de Nova Iorque, onde viveu aos dezenove anos, trocou experiências com viajantes do mundo todo. Hoje é um fenômeno literário. Possui obras publicadas em vários países: Portugal, Itália, Alemanha, Espanha etc. O livro em questão acaba de ser lançado na França e já figura no topo de várias listas de mais vendidos, com 5 milhões de cópias vendidas. A obra será traduzida para mais de 30 línguas.
FICHA TÉCNICA:
Título: Que será de mim sem você?
Autor: Guillaume Musso
Formato: 14 X 21 cm
Nº. de Páginas: 304
Acabamento: Brochura
ISBN: 9788579270659
Preço: R$ 38,90
Chega este mês às livrarias brasileiras, a obra “O que será de mim sem você”, de Guillaume Musso, um dos maiores escritores franceses da atualidade. Seus livros já venderam mais de 6 milhões de exemplares somente na França; foram traduzidos em 31 idiomas, e quatro deles se transformaram em filmes. A obra teve tiragem inicial na França de 522 mil exemplares.Ambientado em cidades que vivem no imaginário dos leitores (Paris, Nova York e São Francisco), o romance é um thriller policial em que perseguições, amor, conflitos humanos, dinheiro e poder se entrelaçam.
Gabrielle conhece seu grande amor na época da faculdade e, juntos, vivem mágicos e intensos encontros. Porém, ele é intercambista e precisa retornar para a Europa. Eles se separam, prometendo juras de eterno amor e um futuro reencontro. Contudo, em tempos em que a resposta a um simples “eu te amo” demorava em média 15 dias para chegar, é difícil manter a chama acesa. As cartas vão ficando cada vez mais raras até que cessam. Ele, então, passa seus dias economizando até seu último centavo para ir a Nova York para reencontrá-la. O que o surpreende é que Gabrielle não aparece. Desapontado, o amor, a humilhação e a solidão o corroem.
Muito tempo depois, surge a oportunidade de ele ir a São Francisco a trabalho. Haverá a exposição do maior diamante do mundo, a Chave do paraíso, e ele é incumbido de prender o maior ladrão de obras de arte e jóias do mundo, Archibald, que provavelmente tentará o roubo mais audacioso de sua carreira.
Gabrielle é a ligação entre esses dois homens, porém ela não faz idéia como. Será necessário que os dois reapareçam e lhe contem a verdade de todos esses anos. O passado precisará ser revirado para que as conexões sejam restabelecidas. E, então, ela terá de tomar a decisão mais difícil de sua vida.
A narrativa de Musso é dinâmica, deixa o leitor com vontade de seguir logo até o final da história que, com certeza, o surpreenderá. Ele mescla momentos mais românticos com muita ação ininterrupta. As descrições de cidades como São Francisco, Nova York e Paris são riquíssimas devido à familiaridade de Guillaume com os locais.
SOBRE O AUTOR:
Guillaume Musso é um grande best-seller na França e um autor em iminente ascensão internacional. Nasceu em 1974 e descobriu a literatura aos dez anos, idade em que decidiu ser escritor. Inspirado pela cidade de Nova Iorque, onde viveu aos dezenove anos, trocou experiências com viajantes do mundo todo. Hoje é um fenômeno literário. Possui obras publicadas em vários países: Portugal, Itália, Alemanha, Espanha etc. O livro em questão acaba de ser lançado na França e já figura no topo de várias listas de mais vendidos, com 5 milhões de cópias vendidas. A obra será traduzida para mais de 30 línguas.
FICHA TÉCNICA:
Título: Que será de mim sem você?
Autor: Guillaume Musso
Formato: 14 X 21 cm
Nº. de Páginas: 304
Acabamento: Brochura
ISBN: 9788579270659
Preço: R$ 38,90
domingo, 21 de março de 2010
Uma história de amor que resgata o prazer da leitura
Em O marido perfeito mora ao lado, Felipe Pena usa a experiência como psicólogo para criar personagens que surpreendem pela veracidade
"Na melhor tradição rodrigueana, Felipe Pena constrói um enredo em que emoções, risos e lágrimas são descaradamente manipulados - com maestria - para a alegria do leitor. A escrita prazerosa do bom jornalista esconde, em suas dobras, a sofisticação do pesquisador." - Pina Coco, professora do Doutorado em Literatura da PUC-Rio
"Estamos diante de um grande romance, um dos melhores que tenho lido nos últimos anos. Há um novo romancista no Rio de Janeiro! E dos bons. Pois um romance médio quase que todos podem escrever. Todavia o segundo passo ser melhor do que o primeiro, este é o prefixo que identifica um escritor que tem projeto literário e está empenhado em escrever, não por conveniências da hora, mas por vocação." -
Deonísio da Silva, escritor premiado com o Casa de Las Américas e Doutor em Letras pela USP
Uma mulher angustiada busca a ajuda de uma terapeuta para salvar o casamento. Angústia que é compartilhada por outros personagens, até mesmo pelos bem casados (ou principalmente por estes). Então ocorre um crime. E os terapeutas farão o papel de investigadores. Quem é o culpado pela incomunicabilidade entre homens e mulheres? E quem conseguiria armar um plano tão diabólico? Um thriller envolvente de Felipe Pena, que para escrever o livro voltou aos bancos universitários e cursou faculdade de Psicologia - depois de já ter feito doutorado em Literatura na PUC e pós-doutorado de Semiologia na Sorbonne - e usou a nova experiência acadêmica na construção do romance. O MARIDO PERFEITO MORA AO LADO acaba de sair da gráfica da Editora Record (www.record.com.br) e chega às livrarias no dia 22 de março.
O MARIDO PERFEITO MORA AO LADO
Felipe Pena
Grupo Editorial Record/Editora Record
304 páginas
Preço: R$ 34,90
A incomunicabilidade entre os casais, a dificuldade em entender o outro, as armadilhas do amor. Tudo isso embrulhado em um enredo lúdico e bem articulado, que resgata o prazer da leitura. Definindo O MARIDO PERFEITO MORA AO LADO como uma história de amor, Felipe Pena enreda o leitor com as diferentes narrativas sobre aspectos diversos da alma e do cotidiano. "Quero fazer o leitor virar a página. Se você disser que não conseguiu largar o livro terá feito o melhor elogio que eu posso receber. Esse será meu maior prêmio", afirma o escritor.
Em seu segundo romance, Felipe - um dos articuladores do Manifesto Silvestre, em defesa da narrativa, do entretenimento e da popularização da literatura - mescla paixões, sociopatas e obsessões dentro de uma trama policial contemporânea, situada no Rio de Janeiro. Personagens típicos da cidade ajudam a retratar as discrepâncias sociais e a convivência aparentemente democrática de tipos heterogêneos, sem deixar de lado a crítica social.
Mais que uma obra ficcional, o livro é uma caricatura psicanalítica. Estão aqui o marido que trai a mulher com sua complacência, a amante que quer acreditar na sinceridade do amado, a amalucada que quer destruir quem se envolve com o objeto de sua paixão... As perguntas eternas: por que nunca estamos satisfeitos com o que temos? Por que a grama do vizinho é sempre mais verde? Por que descobrimos um amor quando estamos na iminência de perdê-lo?
Em O MARIDO PERFEITO MORA AO LADO, somos apresentados a uma mulher angustiada que busca a ajuda de uma terapeuta para salvar o casamento. Mas logo percebemos que a angústia é compartilhada por outros personagens, até mesmo pelos bem casados (ou principalmente por estes, como diz um deles). Então ocorre um crime. E os terapeutas farão o papel de investigadores. Quem é o culpado pela incomunicabilidade entre homens e mulheres? Uma questão que nem Freud foi capaz de resolver, embora passemos a vida atrás da resposta.
Felipe Pena é psicólogo, jornalista e professor da Universidade Federal Fluminense. Doutor em Literatura pela PUC-Rio, com pós-doutorado pela Sorbonne, é autor de dezenas de artigos científicos publicados no Brasil e no exterior, além de oito livros acadêmicos e do romance O analfabeto que passou no vestibular. Foi sub-reitor da UNESA, repórter e apresentador da TV Manchete e comentarista da TVE-Brasil. Assina uma coluna mensal no Jornal do Brasil e no site www.felipepena.com
"Na melhor tradição rodrigueana, Felipe Pena constrói um enredo em que emoções, risos e lágrimas são descaradamente manipulados - com maestria - para a alegria do leitor. A escrita prazerosa do bom jornalista esconde, em suas dobras, a sofisticação do pesquisador." - Pina Coco, professora do Doutorado em Literatura da PUC-Rio
"Estamos diante de um grande romance, um dos melhores que tenho lido nos últimos anos. Há um novo romancista no Rio de Janeiro! E dos bons. Pois um romance médio quase que todos podem escrever. Todavia o segundo passo ser melhor do que o primeiro, este é o prefixo que identifica um escritor que tem projeto literário e está empenhado em escrever, não por conveniências da hora, mas por vocação." -
Deonísio da Silva, escritor premiado com o Casa de Las Américas e Doutor em Letras pela USP
Uma mulher angustiada busca a ajuda de uma terapeuta para salvar o casamento. Angústia que é compartilhada por outros personagens, até mesmo pelos bem casados (ou principalmente por estes). Então ocorre um crime. E os terapeutas farão o papel de investigadores. Quem é o culpado pela incomunicabilidade entre homens e mulheres? E quem conseguiria armar um plano tão diabólico? Um thriller envolvente de Felipe Pena, que para escrever o livro voltou aos bancos universitários e cursou faculdade de Psicologia - depois de já ter feito doutorado em Literatura na PUC e pós-doutorado de Semiologia na Sorbonne - e usou a nova experiência acadêmica na construção do romance. O MARIDO PERFEITO MORA AO LADO acaba de sair da gráfica da Editora Record (www.record.com.br) e chega às livrarias no dia 22 de março.
O MARIDO PERFEITO MORA AO LADO
Felipe Pena
Grupo Editorial Record/Editora Record
304 páginas
Preço: R$ 34,90
A incomunicabilidade entre os casais, a dificuldade em entender o outro, as armadilhas do amor. Tudo isso embrulhado em um enredo lúdico e bem articulado, que resgata o prazer da leitura. Definindo O MARIDO PERFEITO MORA AO LADO como uma história de amor, Felipe Pena enreda o leitor com as diferentes narrativas sobre aspectos diversos da alma e do cotidiano. "Quero fazer o leitor virar a página. Se você disser que não conseguiu largar o livro terá feito o melhor elogio que eu posso receber. Esse será meu maior prêmio", afirma o escritor.
Em seu segundo romance, Felipe - um dos articuladores do Manifesto Silvestre, em defesa da narrativa, do entretenimento e da popularização da literatura - mescla paixões, sociopatas e obsessões dentro de uma trama policial contemporânea, situada no Rio de Janeiro. Personagens típicos da cidade ajudam a retratar as discrepâncias sociais e a convivência aparentemente democrática de tipos heterogêneos, sem deixar de lado a crítica social.
Mais que uma obra ficcional, o livro é uma caricatura psicanalítica. Estão aqui o marido que trai a mulher com sua complacência, a amante que quer acreditar na sinceridade do amado, a amalucada que quer destruir quem se envolve com o objeto de sua paixão... As perguntas eternas: por que nunca estamos satisfeitos com o que temos? Por que a grama do vizinho é sempre mais verde? Por que descobrimos um amor quando estamos na iminência de perdê-lo?
Em O MARIDO PERFEITO MORA AO LADO, somos apresentados a uma mulher angustiada que busca a ajuda de uma terapeuta para salvar o casamento. Mas logo percebemos que a angústia é compartilhada por outros personagens, até mesmo pelos bem casados (ou principalmente por estes, como diz um deles). Então ocorre um crime. E os terapeutas farão o papel de investigadores. Quem é o culpado pela incomunicabilidade entre homens e mulheres? Uma questão que nem Freud foi capaz de resolver, embora passemos a vida atrás da resposta.
Felipe Pena é psicólogo, jornalista e professor da Universidade Federal Fluminense. Doutor em Literatura pela PUC-Rio, com pós-doutorado pela Sorbonne, é autor de dezenas de artigos científicos publicados no Brasil e no exterior, além de oito livros acadêmicos e do romance O analfabeto que passou no vestibular. Foi sub-reitor da UNESA, repórter e apresentador da TV Manchete e comentarista da TVE-Brasil. Assina uma coluna mensal no Jornal do Brasil e no site www.felipepena.com
sábado, 24 de outubro de 2009
DIÁRIO DE RAFINHA traz temática gay

"Uma trama cativante, daquelas que prendem o leitor desde o primeiro momento, movendo sua curiosidade sempre em direção à próxima página"
O livro "Diário de Rafinha - as duas faces de um amor", conta a história fictícia de uma personagem adolescente, do sexo masculino, que se depara com sensações que o atormentam. O protagonista se descobre fortemente atraído pelo namorado da irmã. O sentimento de amizade, confundido com amor platônico, inveja e competição dominam toda a trama, envolvendo o leitor num thriller com final inesperado.
O livro surpreende pela riqueza de detalhes, tramas bem conduzidas e uma série de elementos, com grande força de atração, distribuídos entre personagens muito bem marcados, a maioria composta por adolescentes e jovens. Paixões, conflitos, emoções, aventuras, encantos, desencantos, raiva, desejos e sonhos que se desenrolam e se confundem na adolescência - este preâmbulo da vida propriamente dita, onde a história de cada um começa a se inscrever de fato. Tudo desencadeado a partir do polêmico protagonista Rafael, personagem que carrega em si uma extensa matiz onde estão presentes todas as cores do processo existencial: o mal e o bem, mentira e verdade, possível e impossível, sonhos e pesadelos, a máscara e a pele, sombra e luz, força e fraqueza. De uma forma ou de outra, Rafael irá atingir o leitor.
A história se passa principalmente em Salvador, capital da Bahia, conhecida internacionalmente pelas suas tradições, cultura, alegria e religiosidade. As personagens do "Diário de Rafinha" representam a juventude soteropolitana, seus sonhos, anseios, angústias e decepções. Nas mãos de Léo, o imaginário de uma geração contemporânea ganha vida, se transforma em história real, chama o leitor a conhecer mais a alma destes adolescentes baianos.
O amor e a diversidade sexual são tratados na obra com sutileza única, desencadeando questões contundentes e inevitáveis, cuja resposta ficará por conta do próprio leitor, como por exemplo: "O amor está acima do bem e do mal?"; "Os fins justificam os meios?"; "Até onde o remorso redime?"; "Que tênue linha divide o desejo ardente do amor verdadeiro?"; "Seria a culpa o mais destrutivo dos sentimentos?", "A eternidade é possível?", entre tantas outras. O surpreendente final nos leva a uma reflexão profunda e, certamente, despertará em cada leitor as mais diferentes sensações: aceitação, indignação, compaixão ou dúvida. Diferentes histórias e personagens se entrelaçaram para isto, para dar corpo a real essência da obra que reside, basicamente, nas nuances do amor e nas variações que ele assume, dependendo de cada olhar.
Título: "Diário de Rafinha. As duas faces de um amor"
Autor: Léo Dragone
ISBN: 978.85.7855.058.5
Páginas:
Preço: R$ 30,00
Onde comprar: www.gizeditorial.com.br
Sobre o autor: Léo Dragone é um jovem de 19 anos, nascido e criado à beira mar, na bela, ensolarada e turística Salvador. Amante das letras, leitor assíduo de Jorge Amado e outros escritores da contemporaneidade, Léo ocupa seu tempo livre com criação literária, em busca da superação dos desafios que a vida lhe impôs, tentando transformar o mundo através da arte. Modelo e estudante de teatro, ele se revela um artista eclético, em busca da perfeição e do equilíbrio estético. Poeta de corpo e alma, já participou de antologias e guarda cadernos com poemas que pretende publicar em breve.
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Publicidade:
Produtos e preços sujeitos à alteração de acordo com disponibilidade no estoque
O livro "Diário de Rafinha - as duas faces de um amor", conta a história fictícia de uma personagem adolescente, do sexo masculino, que se depara com sensações que o atormentam. O protagonista se descobre fortemente atraído pelo namorado da irmã. O sentimento de amizade, confundido com amor platônico, inveja e competição dominam toda a trama, envolvendo o leitor num thriller com final inesperado.
O livro surpreende pela riqueza de detalhes, tramas bem conduzidas e uma série de elementos, com grande força de atração, distribuídos entre personagens muito bem marcados, a maioria composta por adolescentes e jovens. Paixões, conflitos, emoções, aventuras, encantos, desencantos, raiva, desejos e sonhos que se desenrolam e se confundem na adolescência - este preâmbulo da vida propriamente dita, onde a história de cada um começa a se inscrever de fato. Tudo desencadeado a partir do polêmico protagonista Rafael, personagem que carrega em si uma extensa matiz onde estão presentes todas as cores do processo existencial: o mal e o bem, mentira e verdade, possível e impossível, sonhos e pesadelos, a máscara e a pele, sombra e luz, força e fraqueza. De uma forma ou de outra, Rafael irá atingir o leitor.
A história se passa principalmente em Salvador, capital da Bahia, conhecida internacionalmente pelas suas tradições, cultura, alegria e religiosidade. As personagens do "Diário de Rafinha" representam a juventude soteropolitana, seus sonhos, anseios, angústias e decepções. Nas mãos de Léo, o imaginário de uma geração contemporânea ganha vida, se transforma em história real, chama o leitor a conhecer mais a alma destes adolescentes baianos.
O amor e a diversidade sexual são tratados na obra com sutileza única, desencadeando questões contundentes e inevitáveis, cuja resposta ficará por conta do próprio leitor, como por exemplo: "O amor está acima do bem e do mal?"; "Os fins justificam os meios?"; "Até onde o remorso redime?"; "Que tênue linha divide o desejo ardente do amor verdadeiro?"; "Seria a culpa o mais destrutivo dos sentimentos?", "A eternidade é possível?", entre tantas outras. O surpreendente final nos leva a uma reflexão profunda e, certamente, despertará em cada leitor as mais diferentes sensações: aceitação, indignação, compaixão ou dúvida. Diferentes histórias e personagens se entrelaçaram para isto, para dar corpo a real essência da obra que reside, basicamente, nas nuances do amor e nas variações que ele assume, dependendo de cada olhar.
Título: "Diário de Rafinha. As duas faces de um amor"
Autor: Léo Dragone
ISBN: 978.85.7855.058.5
Páginas:
Preço: R$ 30,00
Onde comprar: www.gizeditorial.com.br
Sobre o autor: Léo Dragone é um jovem de 19 anos, nascido e criado à beira mar, na bela, ensolarada e turística Salvador. Amante das letras, leitor assíduo de Jorge Amado e outros escritores da contemporaneidade, Léo ocupa seu tempo livre com criação literária, em busca da superação dos desafios que a vida lhe impôs, tentando transformar o mundo através da arte. Modelo e estudante de teatro, ele se revela um artista eclético, em busca da perfeição e do equilíbrio estético. Poeta de corpo e alma, já participou de antologias e guarda cadernos com poemas que pretende publicar em breve.
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quinta-feira, 11 de junho de 2009
Histórias sobre relacionamentos escritas por novos autores são opções para o Dia dos Namorados
Editora LivroPronto sugere títulos como “Nunca se case antes dos 30”, “Relacionamento com homem (muito) mais velho” e “Homens idiotas que você deve (ou não) conhecer antes de morrer”
Para comemorar o Dia dos Namorados de maneira criativa, a editora LivroPronto, especializada em lançamento de novos autores, oferece a visão de escritores ainda desconhecidos do grande público a respeito do tema relacionamentos amorosos. Entre elas se destacam títulos como “Nunca se case antes dos 30”, “Relacionamento com homem (muito) mais velho” e “Homens idiotas que você deve (ou não) conhecer antes de morrer”.
“Muitas pessoas apresentam dificuldades na área do relacionamento afetivo e têm dificuldade de passar por estas épocas do ano nas quais o assunto é mais comentado. O objetivo da LivroPronto é facilitar com que estes leitores tenham acesso às visões de escritores ainda desconhecidos do grande público mas que certamente contribuem com abordagens modernas sobre o tema, baseadas em fatos reais”, afirma o sócio diretor e criador da editora LivroPronto, João Antonio Carvalho.
“Além desses três livros citados a LivroPronto oferece outros 200 títulos. Todos lançados nos últimos quatro anos e em sua grande maioria de autores iniciantes atraídos por uma proposta diferenciada de publicação que já tornou a empresa referência para escritores em busca de se lançar no mercado editorial”, afirma João Antonio. As compras devem ser feitas pelo site da editora http://www.livropronto.com.br/
Sobre os livros:
O livro “Homens idiotas que você deve (ou não) conhecer antes de morrer” foi escrito pela publicitária, consultora emocional e palestrante Renata Alarcon. Ela conta de maneira bem-humorada algumas de suas histórias frustradas de amor com o objetivo de levar a leitora a identificar um idiota a quilômetros de distância! O texto alerta mulheres em busca de relacionamentos sérios sobre atitudes machistas e aproveitadoras de homens interessados apenas em aventuras. O texto foi assunto para uma entrevista da autora no Programa do Jô (Jô Soares/TV Globo).
Para comemorar o Dia dos Namorados de maneira criativa, a editora LivroPronto, especializada em lançamento de novos autores, oferece a visão de escritores ainda desconhecidos do grande público a respeito do tema relacionamentos amorosos. Entre elas se destacam títulos como “Nunca se case antes dos 30”, “Relacionamento com homem (muito) mais velho” e “Homens idiotas que você deve (ou não) conhecer antes de morrer”.
“Muitas pessoas apresentam dificuldades na área do relacionamento afetivo e têm dificuldade de passar por estas épocas do ano nas quais o assunto é mais comentado. O objetivo da LivroPronto é facilitar com que estes leitores tenham acesso às visões de escritores ainda desconhecidos do grande público mas que certamente contribuem com abordagens modernas sobre o tema, baseadas em fatos reais”, afirma o sócio diretor e criador da editora LivroPronto, João Antonio Carvalho.
“Além desses três livros citados a LivroPronto oferece outros 200 títulos. Todos lançados nos últimos quatro anos e em sua grande maioria de autores iniciantes atraídos por uma proposta diferenciada de publicação que já tornou a empresa referência para escritores em busca de se lançar no mercado editorial”, afirma João Antonio. As compras devem ser feitas pelo site da editora http://www.livropronto.com.br/
Sobre os livros:
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O livro “Homens idiotas que você deve (ou não) conhecer antes de morrer” foi escrito pela publicitária, consultora emocional e palestrante Renata Alarcon. Ela conta de maneira bem-humorada algumas de suas histórias frustradas de amor com o objetivo de levar a leitora a identificar um idiota a quilômetros de distância! O texto alerta mulheres em busca de relacionamentos sérios sobre atitudes machistas e aproveitadoras de homens interessados apenas em aventuras. O texto foi assunto para uma entrevista da autora no Programa do Jô (Jô Soares/TV Globo). *
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Na obra “Nunca se case antes dos 30” o empresário e consultor em tecnologia da informação Heverton Anunciação, identifica e caracteriza quais grupos de risco estão sujeitos a terem êxito ou não no casamento. Para isso ele usa dados oficiais e muitas entrevistas e pesquisas realizadas em metrópoles de vários países. Anunciação mostra ainda uma viagem pela história do casamento, da família e sua evolução nos últimos três séculos.
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Na obra “Nunca se case antes dos 30” o empresário e consultor em tecnologia da informação Heverton Anunciação, identifica e caracteriza quais grupos de risco estão sujeitos a terem êxito ou não no casamento. Para isso ele usa dados oficiais e muitas entrevistas e pesquisas realizadas em metrópoles de vários países. Anunciação mostra ainda uma viagem pela história do casamento, da família e sua evolução nos últimos três séculos.*
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Em “Relacionamento com homem (muito) mais velho” a especialista em negociações internacionais Adriana Marchesini dos Reis, narra a experiência de uma mulher envolvida com um homem 27 anos mais velho. O texto apresenta situações que envolvem todo tipo de dificuldade neste tipo de situação , incluindo a relação com os filhos e a família anterior do personagem masculino e as dificuldades causadas pelo conflito de gerações e as diferenças de pontos de vista gerados por ela.
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*Sobre a LivroPronto
A editora LivroPronto foi fundada em 2004 e chegou ao final de 2008 à condição de referência no lançamento de novos escritores na literatura brasileira. A empresa desenvolveu um modelo de publicação baseado na parceria com os próprios autores que já começa a atrair proprietários de obras lançadas por editoras tradicionais. O projeto foi desenvolvido estrategicamente para ser uma alternativa entre o desejado, mas quase inalcançável achado de uma editora que invista na publicação ou entre mandar imprimir em gráficas por sua conta. No início de 2009 a editora chegou à marca de 200 títulos publicados e a expectativa de lançamento de novos títulos é muito grande. Entre escritores interessados e originais que já estão sendo analisados, foi registrado um crescimento de quase cinco vezes em relação à procura do ano anterior. (http://www.livropronto.com.br/)
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Em “Relacionamento com homem (muito) mais velho” a especialista em negociações internacionais Adriana Marchesini dos Reis, narra a experiência de uma mulher envolvida com um homem 27 anos mais velho. O texto apresenta situações que envolvem todo tipo de dificuldade neste tipo de situação , incluindo a relação com os filhos e a família anterior do personagem masculino e as dificuldades causadas pelo conflito de gerações e as diferenças de pontos de vista gerados por ela.*
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*Sobre a LivroPronto
A editora LivroPronto foi fundada em 2004 e chegou ao final de 2008 à condição de referência no lançamento de novos escritores na literatura brasileira. A empresa desenvolveu um modelo de publicação baseado na parceria com os próprios autores que já começa a atrair proprietários de obras lançadas por editoras tradicionais. O projeto foi desenvolvido estrategicamente para ser uma alternativa entre o desejado, mas quase inalcançável achado de uma editora que invista na publicação ou entre mandar imprimir em gráficas por sua conta. No início de 2009 a editora chegou à marca de 200 títulos publicados e a expectativa de lançamento de novos títulos é muito grande. Entre escritores interessados e originais que já estão sendo analisados, foi registrado um crescimento de quase cinco vezes em relação à procura do ano anterior. (http://www.livropronto.com.br/)
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Publicidade:
BRINDES ESCOLARES PARA FESTAS INFANTIS
Imas de geladeira, calendários, diplominhas
Acesse: www.kidbrinde.webnode.com.pt

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