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quarta-feira, 22 de abril de 2015

MOMENTO DE REFLEXÃO

UM MOMENTO DE REFLEXÃO:

O povo precisa se conscientizar de que o PT é falso, contestando todas as suas teses.
1 ) - Pretendemos influenciar os estudiosos de ciência política para que eles possam encontrar fortes argumentos na defesa das teses que venham a se contrapor às cartilhas que os vermelhos pretendem colocar em prática. Os formadores de opinião dos partidos políticos precisam ser inspirados à convencerem os líderes políticos à atacarem os pontos sensíveis através de argumentos sólidos e históricos e claros que possam demolir as ideias que os vermelhos que trabalham apoiados na corrupção possam colocar em prática.
2) - Os líderes religiosos são comprometidos com mensagens de justiça social. Essa justiça social nos textos apoiados por várias religiões se abastecem de mensagens que tentam acabar com a miséria conquistando doações dos mais ricos para alimentar os mais pobres. Essa é uma doutrina de comunização societária que os partidos religiosos se sentem comprometidos. Eles precisam fazer uma política clara de combate veemente à corrupção dos órgãos estatais para que os fieis se sintam na obrigação consciente de lutar por um movimento democrático que aceite o apoio social e até do estado, mas que não venha de forma nenhuma de uma humanização corrupta.
Já está claro e demonstrado que o Brasil vive uma situação política com alto grau de corrupção interna tanto na ordem privada, como na ordem estatal.
Mesmo as empresas privadas, entre elas, sem ingerencia estatal, corrompem o estado sonegando altos valores de impostos obrigados à recolher por lei. Uma sociedade para prosperar, precisa de leis e também precisa que essas leis sejam cumpridas. As próprias empresas estatais devem altos impostos ao tesouro brasileiro.
Os executivos tanto privados como os nomeados ou eleitos pelo estado querem mostrar uma gestão eficiente. Não querem que seus balanços sejam depreciados com saldos negativos e por conta disso eles adotam fraudes contábeis. Dentro do estado existe a própria doutrina do "lesa estado".
Esse país precisa procurar um líder apoiado por um conjunto de líderes com alto grau de moralidade e imunização contra o vírus da corrupção. O país precisa acertar as contas internas e as dívidas que ele tem consigo próprio e apertar a fiscalização contra empresas privadas, que através de artifícios, há anos vem deixando de recolher os impostos devidos. Esperamos encontrar entre os políticos brasileiros um grupo que se junte, não pensando somente em si próprio através de um enriquecimento ilícito.
Os pontos básicos de uma sociedade, para viver em paz, estão fincados em alguns pontos na qual uma sociedade não pode deixar às escuras que são:
Saúde, educação, moradia, alimentação, saneamento básico, para que a sociedade possa se alimentar, dormir, descansar e trabalhar em paz.
Vamos estar à procura de um grupo de líderes com uma revolução política, técnica e espiritual para comandar uma virada na condução desse país, evitando um conflito sanguinário entre o exército, os vermelhos e a sociedade que quer viver em paz.

domingo, 1 de março de 2015

LIVRO JUDAS TOMÉ DE ANTONIO CARLOS KLEIN

Em momento oportuno, chega às livrarias Judas Tomé, obra do professor Antonio Carlos Klein. Escrito e reescrito à exaustão ao longo de nove anos, resultou em um livro que concilia História e Literatura, uma espécie de palimpsesto do século XXI. Judas Tomé apresenta a desconhecida e extraordinária história do discípulo questionador, rotulado incrédulo pelos joanistas, que se tornou um apóstolo relutante e que foi mártir na Índia. Um dos pontos de destaque vem a ser uma tese inédita sobre a ressurreição de Jesus. O livro foi idealizado quando Klein, casualmente, ao folhear O Livro das Maravilhas, de Marco Polo, deparou com a informação de que o túmulo de São Tomé, o apóstolo, se encontrava na província de Maabar e era um centro de peregrinação para sarracenos e cristãos. Era uma equação que não parecia real. Como um cristão da primeiríssima geração podia estar sepultado em lugar tão distante? Tempo, lugar e personagem formariam uma lenda absurda? A partir daí Klein começou as pesquisas que resultaram nesta obra.
Tudo que se relacionava a Tomé ou à época em que ele viveu se tornou objeto de sua pesquisa. Com paciência e disciplina, Klein atou os fios de uma infinidade de leituras. De obras densas, extraiu e burilou muitas partes que compõem seu texto. “Muitas passagens, imperceptíveis ou sem importância para outros, eram, para mim, pedras angulares: davam sentido e vazão à minha trama e mitigavam minhas atribulações” diz o autor.
Na Bíblia não há referência alguma a Judas Tomé. Só aparece Tomé e, no Evangelho de João, menciona-se Tomé, o Dídimo. Em suas pesquisas, o autor descobriu que Tomé também se chamava Judas – além do Tadeu e do Iscariotes. Tomé, seu cognome, vinha de uma palavra em aramaico que significa gêmeo. Mas que gêmeo é esse? E de quem? Seria o gêmeo de Jesus? Seria um gêmeo biológico ou uma expressão que o apontava como o discípulo que mais se assemelhou ao mestre?
E é sobre esse personagem, possivelmente tão importante quanto os quatro evangelistas, que Klein discorre, deixando claro que, para minorar polêmicas religiosas, restringiu a presença de Jesus o máximo possível, apesar de Ele ser fundamental no livro. “Cada palavra ou gesto que se afastou dos textos canônicos angariou-me uma bela excomunhão, mas nada que escrevi foi pautado pelo ódio a um povo ou a uma religião”, afirma o autor.
Sobre o autor: Antonio Carlos Klein, magistrado e mestre em Direito, leciona Ciência Política na Universidade de Fortaleza e ministra Técnica de Interrogatório em cursos de aperfeiçoamento e pós-graduação. Fundou o jornal universitário Folhetim Jurídico, quando cursava a Faculdade de Direito da UFC. Escreveu as biografias Paulo Bonavides e Farias Brito para a “Coleção Terra Bárbara” da Fundação Demócrito Rocha. Teve vários contos premiados em concursos literários. Integra o Sancho Pança, grupo dedicado à leitura dos grandes clássicos da literatura mundial. Ateu apaixonado pelas histórias bíblicas, que sua mãe lhe contava à hora de dormir, lê e relê o Antigo e o Novo Testamento sob a convicção de que fazer o bem não pode depender da promessa de uma recompensa posterior.

Título: JUDAS TOMÉ
Autor: ANTONIO CARLOS KLEIN
Editora: GRUPO EDITORIAL SCORTECCI
Páginas / Preço: 320 / R$ 50,00
Público alvo: Amantes da boa leitura, sobretudo os que gostam de literatura, história e religião
Veja também: www.youtube.com/watch?v=DUSHzG_pXkM

domingo, 10 de agosto de 2014

CONSTRUA A SUA CASA DE FAZENDA



A Planeta DeAgostini acaba de lançar a Coleção Crie e Decore sua Casa de Fazenda, uma oportunidade única de mostrar e dar vida a uma típica casa de fazenda brasileira em miniatura. A casa conta com 5 cômodos em estilo colonial, decoração única e detalhista, além de alpendre, bancos de madeira, telhas em barro, e vasos de flores em toda a fachada, características de uma típica casa de fazenda.

A coleção é composta por 100 edições, a casa uma delas vem acompanhada de um fascículo e de peças, móveis ou acessórios para construir e decorar a sua casa.

O colecionador ainda terá uma obra editorial completa por meio do qual aprenderá variadas técnicas de decoração e curiosidades sobre o mundo do colecionismo de casa de bonecas. Os fascículos como dulos contam ainda com fichas de montagens ilustradas, que explicam passo a passo, de forma simples, como construir a estrutura da casa.

A estrutura da casa é em madeira e todos os detalhes são trabalhados com grande realismo por cuidadosos artesãos. Além disso, os móveis e os elementos decorativos são todos feitos á mão. A qualidade dos materiais utilizados é surpreendente, com cores belíssimas e detalhes encantadores. Cada cômodo é uma reprodução perfeita de ambiente original e os pequenos acessórios complementarão com perfeição cada área da casa: das refinadas louças em porcelana aos divertidos brinquedos do quarto do bebê.

A primeira edição já está nas bancas e serão 100 edições quinzenais.
Mais informações: http://www.planetadeagostini.com.br/microsites/casa_de_fazenda/

COLEÇÃO CONFEITARIA CRIATIVA



A Editora Planeta DeAgostini do Brasil, lançou a coleção "Confeitaria Criativa", uma obra que reúne fascículos com receitas, dicas passo-a-passo e técnicas de decoração, acompanhados de utensílios profissionais para aprender a decorar e confeitar os mais diferentes tipos de doces. Um equipamento completo para obter resultados incríveis.

A cada edição, um novo fascículo apresenta desde técnicas mais básicas, como decorar um cupcake, até técnicas profissionais como confeitar bolos de festas com três andares, sempre acompanhadas de fotos didáticas, dicas de especialistas, ideias e muito mais, tudo para se obter a apresentação perfeita para biscoitos, bolos e doces.

Os fascículos são divididos em seis seções: biscoitos/bolinhos, receitas tradicionais, utensilios básicos, ocasiões especiais e bolos infantis. Essas seções não apenas ensinam receitas mais apropriadas para cada ocasião, mas também dão dicas para se inspirar. Todos ficarão impressionados com a apresentação de seus doces, que ficarão tão atraentes quanto deliciosos.
Cada edição acompanha novos utensílios para colocar em prática o que é aprendido com os fascículos. Os utensílios são práticos, versáteis, de alta qualidade e juntos formam um kit profissional de decoração com diversos tipos de bicos, boleadores, cortadores, carimbos, sacos de confeitar, estêncis e muito mais. Além de itens para confeitar, ao longo da coleção, estojos também serão disponibilizados para que você possa organizar e guardar seus bicos e boleadores.

A primeira edição estará nas bancas a partir do dia 29 de julho, em algumas cidades do interior e a partir de 26 de agosto em São Paulo, capital.

Para os assinantes, a Editora Planeta DeAgostini oferece vantagens especiais: aqueles que assinarem a coleção receberão os exemplares em casa, sem custo de frete para todo o Brasil e ainda serão contemplados com brindes exclusivos.

Mais informações:

www.confeitariacriativa.com.br
www.facebook.com/ColecaoConfeitariaCriativa

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

HISTÓRIAS ATRAVÉS DOS TEMPOS - Autor: VALDIR COMEGNO

Valdir Comegno
Por: Claudia Souza

Foi lançado na tarde de hoje o livro "Histórias através dos Tempos" - Cinco Décadas de Rádio, Cinema e Televisão.

Esse livro retrata a vida cultural paulista das cinco primeiras décadas do século XX, através do rádio, cinema e televisão de autoria do escritor bauruense VALDIR COMEGNO.

Como historiador em 2008 lançou o seu primeiro livro “A Magia do Rádio”. Em 2012 a Editora ABR publicou um novo livro de sua autoria “Nas Ondas da Magia do Rádio”, (1970 – 2011 ) em continuação ao livro anterior.

No ano seguinte em parceria com a jornalista e escritora Thais Matarazzo publicou “A Dinastia do Rádio Paulista”, uma homenagem as mulheres que conquistaram títulos no Rádio paulista.

E agora, Comegno apresenta o seu quarto trabalho, “Histórias através dos tempos: cinco décadas de rádio, cinema e televisão” em São Paulo nos chamados anos dourados.

O evento, realizado no auditório da Ordem dos Músicos do Brasil, foi abrilhantado com pocket shows de Monica Alves, Osni Vieira, Antonio Borba, Raimundo José, Silvana, Jonas Baker, Rosi e Rodrigo, entre outros.

quarta-feira, 26 de março de 2014

O império do capital





Ellen Meiksins Wood 

Nesta era de globalização, ouvimos falar muito de um novo imperialismo e de seu principal impositor, os Estados Unidos. Hoje, com tal país a prometer uma guerra sem fim contra o terrorismo e a promoção de uma política de defesa preventiva, essa noção parece mais evidente do que nunca.

Mas o que, afinal, pode significar imperialismo na ausência de conquista colonial e dominação imperial direta? Desmanchando consensos, a cientista política marxista norte-americana Ellen Meiksins Wood apresenta neste livro uma das mais respeitadas análises do imperialismo norte-americano, para ela um fenômeno absolutamente inédito na história mundial.

Descrito pelo historiador Robert Brenner como “o estudo mais convincente do imperialismo na sua fase atual – como surgiu, como opera, como difere das formas anteriores”, o livro investiga o novo imperialismo contra o fundo contrastante de suas formas anteriores, como a Roma antiga, a Europa medieval, o mundo árabe maometano, as conquistas espanholas e o império comercial holandês. Na obra, Wood analisa o nascimento de um imperialismo capitalista na dominação inglesa da Irlanda e acompanha o seu desenvolvimento através do Império Britânico na América e na Índia.

A tese principal da autora é a de que a natureza específica do imperialismo norte-americano – e, na prática, do império capitalista – é operar o máximo possível por meio dos imperativos econômicos, e não do domínio colonial direto. Assim, afirma sem hesitar que “os Estados Unidos foram o primeiro império verdadeiramente capitalista do mundo, e ainda não foram substituídos”.

Mesmo depois das invasões do Iraque e do Afeganistão, Wood sustenta a tese ousada de que os Estados Unidos teriam preferido evitar iniciativas coloniais, garantindo sua dominação por meio de imperativos econômicos. Sem negar o extremismo temerário da era Bush – algo que, inclusive, avalia como sendo a causa provável da sua própria derrota –, a autora insiste na ausência de uma ruptura com essa doutrina durante o governo Obama a fim de ressaltar a essência da política externa norte-americana do pós-guerra, pautada por uma grandiosa visão imperial.

A partir da premissa de que, durante o último meio século, a supremacia global foi o objetivo dos Estados Unidos, Wood retraça o projeto norte-americano de hegemonia econômica global, apoiado por uma poderosa supremacia militar, desde o estabelecimento do sistema de Bretton Woods e a afirmação de sua blindagem militar com as bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki até as polêmicas da globalização financeira com a dissolução desse acordo.

Wood vai adiante e localiza uma contradição fundamental no desdobramento da hegemonia norte-americana: apesar de o objetivo do imperialismo norte-americano ser a hegemonia econômica sem dominação colonial, o capital global ainda – e hoje mais do que nunca – exige uma ordem política, social e legal rigidamente regulada e previsível. Um dos destaques de O império do capital é a análise das dinâmicas da hegemonia imperial nos tempos do dito declínio do Estado-nação, isto é da ausência de algo que se assemelhe a um Estado global capaz de assegurar a ordem necessária, tal como o faz o Estado-nação para o capital nacional.

A edição brasileira conta ainda com um prefácio inédito, em que a autora reflete sobre o legado de sua obra e atualiza a discussão comentando fenômenos atuais como as políticas econômicas adotadas pelos governos Lula e Dilma, as operações de espionagem em massa que vieram à tona nos Estados Unidos de Obama e o crescente protagonismo da China na nova ordem mundial.

Trecho do livro 

"É possível que ouçamos falar mais sobre o imperialismo hoje do que ouvimos durante um longo tempo, e as teorias de globalização como forma de imperialismo não andam em falta. Mas caracterizar a globalização da maneira convencional, como o declínio do Estado territorial, é perder o que talvez haja de mais original e distintivo no novo imperialismo: seu modo único de dominação econômica administrada por um sistema de Estados múltiplos. As especificidades desse modo imperialista só estão começando a emergir agora e, particularmente, o papel específico desempenhado pela força militar nesse novo contexto só agora está encontrando expressão numa ideologia sistemática de guerra."

Sobre a autora

Ellen Meiksins Wood, durante muitos anos professora de Ciência Política da Universidade York, em Toronto, é autora de inúmeros livros, alguns dos quais traduzidos para o português: Democracia contra o capitalismo, publicado pela Boitempo, A origem do capitalismo e Em defesa da história (ambos pela Zahar). Publicou ainda, sem tradução para o português, The Retreat from Class (ganhador do Prêmio Deutscher), Peasant-Citizen and Slave e The Pristine Culture of Capitalism.


Ficha técnica
Título: O império do capital
Título original: Empire of capital
Autora: Ellen Meiskins Wood
Tradução: Paulo Cézar Castanheira
Páginas: 152
ISBN: 978-85-7559-365-3
Preço: a definir
Ano: 2014
Editora: Boitempo

Lançamento da Editora Novo Século responde dúvidas sobre amor e paixão


Livro relata histórias inspiradas em fatos verídicos

A autora Claudia Ferreira traz em sua nova obra, Alma Despida, poesias baseadas em lindas histórias, alimentada pela ilusão das pessoas por encontrar um verdadeiro amor. Nele se destaca uma indagação e diversas respostas: Será que amamos de verdade ou só nos apaixonamos?

A obra relata em sensualidade e pureza, histórias confiadas de pessoas que sofriam dores de paixões e desilusões amorosas, consumidas pelo desejo de viver um grande amor. O livro será lançado na segunda quinzena de abril pela Editora Novo Século.

A Editora tem sua atenção voltada aos leitores que exigem a qualidade máxima no tratamento de textos, projetos gráficos e impressão de seus livros, objetivando promover ótimas experiências de leitura.

O livro “Alma Despida” é uma oportunidade de compartilhar de abordagens originais e de qualidade intrínseca da autora, uma antologia poética que reúne diversos sentimentos extraídos de experiências reais.

Cláudia Ferreira é de Diamantina, interior de Minas Gerais, mãe e advogada de sucesso. Começou sua carreira de poetisa através do ambiente triste onde vivia, e acabou se apaixonando por escrever histórias de amor, onde relata a alegria e tristeza de amar e nos apaixonar. A escritora está em sua segunda obra, a primeiro foi publicada em 2008 e se chama No silêncio dos meus olhos.

Sobre Cláudia Ferreira

Claúdia Ferreira é mineira, atualmente mora em São Paulo. Poetisa é formada em Direito há 15 anos e pós-graduada em Direito do Consumidor, Direitos Difusos e Coletivos; Direito Empresarial e Mercado de Capitais. Além de ser especialista em Direito do Trabalho, atua na área de Direito de Família, onde encontra inspiração para escrever pela complexidade emocional que envolve o tema.

Seu primeiro livro “No Silêncio dos Meus Olhos” aborda uma visão de mundo de forma leve e poética; Cláudia lança seu segundo livro “Alma Despida”.