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quarta-feira, 26 de março de 2014
Lançamento da Editora Novo Século responde dúvidas sobre amor e paixão
Livro relata histórias inspiradas em fatos verídicos
A autora Claudia Ferreira traz em sua nova obra, Alma Despida, poesias baseadas em lindas histórias, alimentada pela ilusão das pessoas por encontrar um verdadeiro amor. Nele se destaca uma indagação e diversas respostas: Será que amamos de verdade ou só nos apaixonamos?
A obra relata em sensualidade e pureza, histórias confiadas de pessoas que sofriam dores de paixões e desilusões amorosas, consumidas pelo desejo de viver um grande amor. O livro será lançado na segunda quinzena de abril pela Editora Novo Século.
A Editora tem sua atenção voltada aos leitores que exigem a qualidade máxima no tratamento de textos, projetos gráficos e impressão de seus livros, objetivando promover ótimas experiências de leitura.
O livro “Alma Despida” é uma oportunidade de compartilhar de abordagens originais e de qualidade intrínseca da autora, uma antologia poética que reúne diversos sentimentos extraídos de experiências reais.
Cláudia Ferreira é de Diamantina, interior de Minas Gerais, mãe e advogada de sucesso. Começou sua carreira de poetisa através do ambiente triste onde vivia, e acabou se apaixonando por escrever histórias de amor, onde relata a alegria e tristeza de amar e nos apaixonar. A escritora está em sua segunda obra, a primeiro foi publicada em 2008 e se chama No silêncio dos meus olhos.
Sobre Cláudia Ferreira
Claúdia Ferreira é mineira, atualmente mora em São Paulo. Poetisa é formada em Direito há 15 anos e pós-graduada em Direito do Consumidor, Direitos Difusos e Coletivos; Direito Empresarial e Mercado de Capitais. Além de ser especialista em Direito do Trabalho, atua na área de Direito de Família, onde encontra inspiração para escrever pela complexidade emocional que envolve o tema.
Seu primeiro livro “No Silêncio dos Meus Olhos” aborda uma visão de mundo de forma leve e poética; Cláudia lança seu segundo livro “Alma Despida”.
Perdoa-me, nova obra de Francisco Almeida Prado, chega às livrarias
Perdoa-me, o novo romance do Promotor de Justiça de São Paulo, Francisco Almeida Prado, é lançado em São Paulo e promete ser uma trama envolvente, repleta de ação, paixão e intrigas. Após o lançamento de seu primeiro livro em 2010, Liberdade, o autor jauense volta aos seus leitores com seu mais novo trabalho publicado pela Editora Novo Século, Perdoa-me.
O Romance narra a história de um advogado bem sucedido, que no ápice de suas conquistas profissionais é surpreendido pelo pedido de divorcio de sua esposa. Em uma festa em sua homenagem, ele se sente infeliz e na saída sofre um mal súbito, que o deixa em coma. Nesse meio tempo, seus ex-sócios modificam um estudo jurídico feito por ele para conseguir uma alteração legislativa, permitindo ao governo injetar dinheiro público em uma pequena empresa, dando início ao programa que deixaria os proprietários do empreendimento milionários. Ao acordar do coma, cinco anos depois, o advogado descobre a traição de seus ex-sócios e tenta apurar os fatos e o mau uso do dinheiro público. O que não vai ser fácil, já que vão tentar impedi-lo de todas as formas. Seu assassinato já foi contratado.
Com 27 anos de carreira em Direito Público, Francisco Almeida Prado nasceu em jaú, interior paulista, apaixonado pela profissão, diz que encontrou diversos erros ao longo de sua trajetória, mas sempre acredita no perdão.
Casa das Rosas recebe Ignácio de Loyola Brandão para bate-papo sobre seu romance Zero
O
romancista estará presente no último dia do curso Jardim Alheio para discutir
Zero e falar sobre os 50 anos do Golpe de 64.
A Casa
das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, instituição da
Secretaria de Estado da Cultura, administrada pela POIESIS Instituto de Apoio à
Cultura, à Língua e à Literatura – realiza uma programação especial dos 50 anos
da Ditadura Militar com uma série de atividades.
O grupo de
estudo de crítica literária Jardim Alheio, formado por Emerson M.
Martins e Vivian Schlesingere que ministraram o curso Jardim Alheio – Ciclo
de Crítica com Autores Consagrados ao Vivo durante o mês de março
convidaram o escritor Ignácio de Loyola Brandão, para um bate-papo na
Casa das Rosas no dia 1 de abril às 20h.
Na ocasião,
o encontro estará aberto ao público para aqueles que quiserem conferir a
conversa com Loyola Brandão acerca dos 50 anos do Golpe Militar e sobre sua
obra literária, o romance Zero.
Serviço:
BATE-PAPO
Ignácio
de Loyola Brandão apresenta Zero
Dia 1º de
abril às 20h
Grátis
Casa das
Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Avenida
Paulista, 37 – próximo à Estação Brigadeiro do Metrô.
Horário de
funcionamento: de terça-feira a sábado, das 10h às 22h;
Domingos e
feriados, das 10h às 18h.
Convênio
com o estacionamento Patropi: Alameda Santos, 74.
Tel.: (11)
3285-6986 / (11) 3288-9447.
Site: www.casadasrosas.org.br
Twitter: www.twitter.com/casadasrosas
Facebook: www.facebook.com/casadasrosas
Instagram: www.instagram.com/casadasrosas
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
As maravilhas científicas de Dona Benta
Lobato dá aula de Ciências para
crianças - e adultos também - no livro Serões de
Dona Benta
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Ficha técnica
Título: Serões de Dona
Benta - Edição comentada
Autor: Monteiro Lobato Ilustrador: Roberto Fukue Gênero: literatura infantil Formato: 20,2 x 26,6 cm Páginas: 192 Preço: R$ 42,00 ISBN: 978-85-250-5530-9 Indicação: a partir de 9 anos Editora: Globinho |
Monteiro
Lobato foi o primeiro escritor brasileiro a respeitar a inteligência e a
curiosidade intelectual das crianças. Como não subestimava os pequenos, não
hesitava em informar por meio da literatura, oferecendo ao leitor uma nova
maneira de conhecer o mundo.
Serões
de Dona Benta,
que acaba de ser lançado pela Globinho, é um delicioso exemplo da habilidade
do autor em abordar temas complexos de maneira divertida. No livro, depois de
perceber certa mudança nas crianças desde a abertura do primeiro poço de petróleo
no Brasil - episódio narrado no livro O poço do Visconde -, Dona Benta
resolve ensinar física, geografia e astronomia para Pedrinho, Narizinho e
Emília. Eles tinham aprendido um pouco de geologia e queriam mais, estavam
ansiosos por "saber tudo quanto há no mundo".
Ao
longo da narrativa, Dona Benta fala de assuntos ligados à ciência de maneira,
simples, direta e dinâmica. Usa acontecimentos do cotidiano, experiências e
curiosidades como ponto de partida para as aulas. Uma lufada de vento que
entra pela janela da sala, por exemplo, se torna o gancho perfeito para uma
conversa sobre o ar.
Monteiro
Lobato cria metáforas engraçadas, usa diálogos para desenvolver o conteúdo
científico e valoriza a participação das crianças na construção do
conhecimento. As observações e questionamentos dos garotos - junto com as
maluquices de Emília - deixam as aulas de Dona Benta ainda mais dinâmicas e
divertidas. Além disso, os 22 capítulos do livro são encadeados de maneira a
facilitar o aprendizado e, muitas vezes, o mesmo assunto é divido em mais de
um capítulo para não cansar o leitor.
Lançada
pela primeira vez em 1937, a obra é um reflexo da preocupação de Lobato com a
educação e de sua visão revolucionária sobre pedagogia. Além disso, apresenta
algumas ideias bastante avançadas para a época, e que só se tornaram
realidade muito tempo depois da morte do autor, como a viagem pela
estratosfera, a clonagem ou o uso da força das marés como fonte da energia
renovável.
Apesar
dos quase 80 anos transcorridos desde sua primeira publicação, o livro
continua atual e pode ser uma valiosa ferramenta para professores e alunos. A
edição atual foi complementada com comentários que atualizam os conteúdos
científicos e apontam as mudanças que aconteceram na década de 1940 até os
dias de hoje. Outra novidade dessa recente edição são os dois anexos no final
do livro: um breve histórico da evolução dos modelos atômicos e uma
classificação periódica dos elementos.
Como
diz Tatiana Belinky no texto de orelha do livro, com sua linguagem "clara
como água do pote", sem nenhum "cientifiquês", Serões de
Dona Benta vale por toda uma biblioteca.
O
autor
José Bento Monteiro Lobato nasceu em Taubaté, interior de São Paulo, em 18 de abril de 1882. Formou-se em Direito na Faculdade do Largo São Francisco, mas abandonou a profissão. Foi escritor, jornalista, tradutor, editor e empresário. Além disso, fundou sua própria editora. Publicou dezenas de livros para adultos e crianças.
Em
1920, lançou seu primeiro livro infantil, A menina do narizinho arrebitado,
que alcançou imenso sucesso. A partir daí, começaram a nascer as histórias do
Sítio do Picapau Amarelo. Lobato criou aventuras com figuras bem brasileiras,
recuperando costumes da roça e lendas do folclore nacional. Muitas vezes,
usava também elementos da literatura universal, da mitologia grega, dos
quadrinhos e do cinema. Escreveu ainda livros que falam de história,
geografia e matemática, tornando-se pioneiro na literatura paradidática.
Lobato faleceu em São Paulo, em 4 de julho de 1948. É considerado o pai da
literatura infantil no Brasil.
O
ilustrador
Roberto Fukue, ilustrador paulista que fez carreira com ilustrações para histórias em quadrinhos na década de 1970. Ganhador do Troféu HQ Mix de 2008, Fukue deu os primeiros passos como desenhista aos 15 anos no estúdio de seu irmão, Paulo Fukue. Deu vida aos personagens da Disney por mais de 12 anos como contratado na Editora Abril. Hoje tem seu próprio estúdio e desenvolve, junto de sua equipe, trabalhos para o mercado editorial, agências de publicidade e empresas. |
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