A obra traz um amor perdido, arrependimento, crime, traição, tudo isso acompanhado de muito suspense
Perdoa-me, o novo romance do Promotor de Justiça de São Paulo, Francisco Almeida Prado, é lançado em São Paulo e promete ser uma trama envolvente, repleta de ação, paixão e intrigas. Após o lançamento de seu primeiro livro em 2010, Liberdade, o autor jauense volta aos seus leitores com seu mais novo trabalho publicado pela Editora Novo Século, Perdoa-me.
O Romance narra a história de um advogado bem sucedido, que no ápice de suas conquistas profissionais é surpreendido pelo pedido de divorcio de sua esposa. Em uma festa em sua homenagem, ele se sente infeliz e na saída sofre um mal súbito, que o deixa em coma. Nesse meio tempo, seus ex-sócios modificam um estudo jurídico feito por ele para conseguir uma alteração legislativa, permitindo ao governo injetar dinheiro público em uma pequena empresa, dando início ao programa que deixaria os proprietários do empreendimento milionários. Ao acordar do coma, cinco anos depois, o advogado descobre a traição de seus ex-sócios e tenta apurar os fatos e o mau uso do dinheiro público. O que não vai ser fácil, já que vão tentar impedi-lo de todas as formas. Seu assassinato já foi contratado.
Com 27 anos de carreira em Direito Público, Francisco Almeida Prado nasceu em jaú, interior paulista, apaixonado pela profissão, diz que encontrou diversos erros ao longo de sua trajetória, mas sempre acredita no perdão.
O
romancista estará presente no último dia do curso Jardim Alheio para discutir
Zero e falar sobre os 50 anos do Golpe de 64.
A Casa
das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, instituição da
Secretaria de Estado da Cultura, administrada pela POIESIS Instituto de Apoio à
Cultura, à Língua e à Literatura – realiza uma programação especial dos 50 anos
da Ditadura Militar com uma série de atividades.
O grupo de
estudo de crítica literária Jardim Alheio, formado por Emerson M.
Martins e Vivian Schlesingere que ministraram o curso Jardim Alheio – Ciclo
de Crítica com Autores Consagrados ao Vivo durante o mês de março
convidaram o escritor Ignácio de Loyola Brandão, para um bate-papo na
Casa das Rosas no dia 1 de abril às 20h.
Na ocasião,
o encontro estará aberto ao público para aqueles que quiserem conferir a
conversa com Loyola Brandão acerca dos 50 anos do Golpe Militar e sobre sua
obra literária, o romance Zero.
Serviço:
BATE-PAPO
Ignácio
de Loyola Brandão apresenta Zero
Dia 1º de
abril às 20h
Grátis
Casa das
Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Avenida
Paulista, 37 – próximo à Estação Brigadeiro do Metrô.
Horário de
funcionamento: de terça-feira a sábado, das 10h às 22h;
Domingos e
feriados, das 10h às 18h.
Convênio
com o estacionamento Patropi: Alameda Santos, 74.
Lobato dá aula de Ciências para
crianças - e adultos também - no livro Serões de
Dona Benta
Ficha técnica
Título: Serões de Dona
Benta - Edição comentada Autor:
Monteiro
Lobato Ilustrador: Roberto Fukue Gênero: literatura infantil Formato: 20,2 x 26,6 cm Páginas:
192 Preço: R$ 42,00 ISBN: 978-85-250-5530-9 Indicação: a partir de 9 anos Editora:
Globinho
Monteiro
Lobato foi o primeiro escritor brasileiro a respeitar a inteligência e a
curiosidade intelectual das crianças. Como não subestimava os pequenos, não
hesitava em informar por meio da literatura, oferecendo ao leitor uma nova
maneira de conhecer o mundo.
Serões
de Dona Benta,
que acaba de ser lançado pela Globinho, é um delicioso exemplo da habilidade
do autor em abordar temas complexos de maneira divertida. No livro, depois de
perceber certa mudança nas crianças desde a abertura do primeiro poço de petróleo
no Brasil - episódio narrado no livro O poço do Visconde -, Dona Benta
resolve ensinar física, geografia e astronomia para Pedrinho, Narizinho e
Emília. Eles tinham aprendido um pouco de geologia e queriam mais, estavam
ansiosos por "saber tudo quanto há no mundo".
Ao
longo da narrativa, Dona Benta fala de assuntos ligados à ciência de maneira,
simples, direta e dinâmica. Usa acontecimentos do cotidiano, experiências e
curiosidades como ponto de partida para as aulas. Uma lufada de vento que
entra pela janela da sala, por exemplo, se torna o gancho perfeito para uma
conversa sobre o ar.
Monteiro
Lobato cria metáforas engraçadas, usa diálogos para desenvolver o conteúdo
científico e valoriza a participação das crianças na construção do
conhecimento. As observações e questionamentos dos garotos - junto com as
maluquices de Emília - deixam as aulas de Dona Benta ainda mais dinâmicas e
divertidas. Além disso, os 22 capítulos do livro são encadeados de maneira a
facilitar o aprendizado e, muitas vezes, o mesmo assunto é divido em mais de
um capítulo para não cansar o leitor.
Lançada
pela primeira vez em 1937, a obra é um reflexo da preocupação de Lobato com a
educação e de sua visão revolucionária sobre pedagogia. Além disso, apresenta
algumas ideias bastante avançadas para a época, e que só se tornaram
realidade muito tempo depois da morte do autor, como a viagem pela
estratosfera, a clonagem ou o uso da força das marés como fonte da energia
renovável.
Apesar
dos quase 80 anos transcorridos desde sua primeira publicação, o livro
continua atual e pode ser uma valiosa ferramenta para professores e alunos. A
edição atual foi complementada com comentários que atualizam os conteúdos
científicos e apontam as mudanças que aconteceram na década de 1940 até os
dias de hoje. Outra novidade dessa recente edição são os dois anexos no final
do livro: um breve histórico da evolução dos modelos atômicos e uma
classificação periódica dos elementos.
Como
diz Tatiana Belinky no texto de orelha do livro, com sua linguagem "clara
como água do pote", sem nenhum "cientifiquês", Serões de
Dona Benta vale por toda uma biblioteca.
O
autor José Bento
Monteiro Lobato nasceu em Taubaté, interior de São Paulo, em 18 de abril de
1882. Formou-se em Direito na Faculdade do Largo São Francisco, mas abandonou
a profissão. Foi escritor, jornalista, tradutor, editor e empresário. Além
disso, fundou sua própria editora. Publicou dezenas de livros para adultos e
crianças.
Em
1920, lançou seu primeiro livro infantil, A menina do narizinho arrebitado,
que alcançou imenso sucesso. A partir daí, começaram a nascer as histórias do
Sítio do Picapau Amarelo. Lobato criou aventuras com figuras bem brasileiras,
recuperando costumes da roça e lendas do folclore nacional. Muitas vezes,
usava também elementos da literatura universal, da mitologia grega, dos
quadrinhos e do cinema. Escreveu ainda livros que falam de história,
geografia e matemática, tornando-se pioneiro na literatura paradidática.
Lobato faleceu em São Paulo, em 4 de julho de 1948. É considerado o pai da
literatura infantil no Brasil.
O
ilustrador Roberto Fukue,
ilustrador paulista que fez carreira com ilustrações para histórias em
quadrinhos na década de 1970. Ganhador do Troféu HQ Mix de 2008, Fukue deu os
primeiros passos como desenhista aos 15 anos no estúdio de seu irmão, Paulo
Fukue. Deu vida aos personagens da Disney por mais de 12 anos como contratado
na Editora Abril. Hoje tem seu próprio estúdio e desenvolve, junto de sua
equipe, trabalhos para o mercado editorial, agências de publicidade e
empresas.
Clube do Leitor CCBNB
completa três anos de existência na próxima terça-feira,
19
Fortaleza,
15.02.2013 – O Clube do Leitor CCBNB está completando três anos de existência na
próxima terça-feira, 19. Um evento comemorativo gratuito marcará a data na
biblioteca do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto,
941 – Térreo – Centro – fone: (85) 3464.3108), às 12
horas.
O Clube do
Leitor promove o acesso gratuito à leitura e compartilha o acervo da biblioteca
do CCBNB aos seus usuários, frequentadores e demais interessados, estabelecendo
um vínculo mais próximo entre a leitura e o leitor no espaço da biblioteca,
através de uma formação inicial do leitor com apresentação teórica e leitura
compartilhada. O encontro ocorre em duas terças-feiras de cada mês, às 12h, na
biblioteca do CCBNB-Fortaleza.
Conduzido pela
professora Solange Kate Araújo Vieira, o programa de difusão e apreciação
literária visa, ainda, estimular o leitor através de atividades leitoras que
ultrapassem o nível da leitura meramente funcional, exercitando a leitura como
instrumento de reflexão e prazer, além de promover o espaço da biblioteca do
CCBNB como ponto de encontro cultural e ponte de intercâmbio entre
leitores.
No Clube do
Leitor CCBNB, são desenvolvidos estudos e leituras por gênero literário
(crônica, conto, novela, poesia, romance, entre outros) sem, contudo, esquecer a
literatura infantil. A leitura como prática cultural é uma ação em si mesma,
primordial para a elaboração e via de acesso gratuito ao exercício de um
verdadeiro direito da cidadania.
Com o Clube do
Leitor CCBNB, o acervo da biblioteca já foi aberto a duzentos usuários. Dentre
esses 200 leitores, cinco se notabilizaram pelo número de leituras realizadas:
Irapuam Batista (100 livros), Jander Campelo (68 livros), Carlos Alberto
Silvestre (66 livros), Deislânia Lima (65 livros) e Armando Lucas Nunes (61
livros). Inúmeros escritores foram contemplados nas leituras literárias: dos
clássicos aos contemporâneos, de José de Alencar a Milton Hatoum, que
contribuíram para revelar um mundo infinito de reflexões e
conhecimentos.
O Clube do
Leitor CCBNB já gerou mais dois projetos de leitura produzidos por leitores do
grupo. Camila Lopes e Armando Lucas, com esforço e competência, promovem em suas
áreas de atuação mais dois espaços que enriquecem e ajudam na formação de novos
leitores.
O que se tem
observado nestes três anos de atividades é que cresce a curiosidade da leitura
nos participantes e o desejo de participar mais efetivamente nos debates.
Percebe-se também que o mito de que brasileiro não lê é desfeito quando se
oportuniza programas de leitura para aqueles que antes não tinham acesso à
leitura. Outra questão também é que a chamada leitura hermética e difícil não
existe quando os leitores são orientados e exercitados em leituras mais
complexas e reflexivas.
A programação do
aniversário de três anos do Clube do Leitor CCBNB, na próxima terça-feira, 19, a
partir do meio-dia, inclui: recepção festiva; homenagem aos dois participantes
que criaram clubes de leitores independentes; premiação dos cinco maiores
leitores com kits de livros; sorteio de livros; e entrega de cartão homenageando
todos os participantes desde 2010.
O
setor de saúde tem sido foco de atenção nos últimos tempos, em função de seu
crescimento e desenvolvimento tecnológico. Além disso, desempenha papel
estratégico na sociedade, na medida em que atua na manutenção do equilíbrio
social, zelando pelo cuidado do bem-estar e pela sobrevivência das pessoas.
Dessa forma, o objetivo de Desafios da gestão estratégica em serviços de
saúde, é discutir os principais desafios do setor, diante do contexto
explicitado, apresentando temas que abrangem um grande espectro de conhecimento
para os gestores aplicados nesse campo de trabalho.
Trata-se de um setor complexo, que exige níveis elevados de
capacitação, lida com tecnologia de ponta e envolve diversas instituições com
interesses distintos. Sua gestão estratégica constitui um dos principais
desafios do sistema de saúde no país, mais especificamente dos serviços de
saúde. Gerir uma organização altamente complexa, em um ambiente complexo, que
acena com mudanças estruturais, tem se mostrado uma questão importante, na
medida em que a demanda explode e a concorrência se estabelece. É preciso
encontrar um equilíbrio entre oferta de serviços de saúde que satisfaçam as
necessidades crescentes da população e recursos cada vez mais escassos. É uma
questão complexa, que exige que as pessoas habilitadas a compreendê-la e a
desenvolver estratégias que possam adequar o serviço de saúde a um ambiente em
permanente processo de transformação.
Mudanças no perfil da população e até mesmo das doenças
exigem novos tipos de tratamentos e equipamentos, novas tecnologias e
intervenções. As clínicas médicas e os hospitais para se sustentarem, precisam
adotar uma gestão estratégica que permita avaliar o que deve e o que não deve
ser feito diante da complexidade ambiental. Em tempos de mudanças, a
sobrevivência e a sustentabilidade dos serviços de saúde requerem o exercício da
gestão estratégica, a fim de possibilitar à direção desses serviços definir os
caminhos a serem seguidos pela instituição, avaliando o que deve e o que não
deve ser feito, diante da complexidade ambiental.
“A
relação dos serviços de saúde no Brasil com sua demanda é complexa. De um lado,
serviços de saúde públicos com excesso de demanda. De outro, serviços de saúde
da rede privada lidando com empresas operadoras de planos de saúde, que
intermediam a relação com o usuário e possuem, dessa forma, certo grau de
controle sobre a demanda. Além da gestão da demanda e do alto custo
assistencial, os serviços de saúde no Brasil, a exemplo do que ocorre em
diversos países, enfrentam outros grandes desafios diante de mudanças ocorridas
em diversos contextos” informa os autores Carlos Alberto Gonçalves e Luciana
Faluba Damázio.
ESCRITA PELO MESTRE CERVEJEIRO MAURICIO BELTRAMELLI, A OBRA CHEGA ÀS LIVRARIAS EM OUTUBRO
“Este livro trata justamente disso: mostrar a você que beber cerveja é muito mais
do que deglutir a exaustão um líquido hipergelado. Isso é claro, se você quiser sair do
lugar-comum, estiver aberto e disposto a aproveitar o mundo cervejeiro que agora se abre a sua frente. Quer tentar?”
Loira, vestida elegantemente, de preferência com um colarinho sedutor. Mas pode ser também a morena, mais intensa, ainda assim discretamente doce e com perfume de malte queimado. A preferência é nacional, mas quando se trata de cerveja, a estrangeira também é sempre bem-vinda.
A editora LeYa lança em outubro “Cervejas, Brejas e Birras”, do mestre cervejeiro Maurício Beltramelli. Essa obra – ricamente ilustrada - é leitura obrigatória para os apreciadores da bebida e para os curiosos, que vão descobrir tudo sobre os mais de 100 tipos de cerveja existentes no mundo numa linguagem simples e divertida, como numa conversa de amigos entre um chopp e outro. E por falar em chopp, sabia que essa palavra só existe no Brasil?
Dono do famoso Bar Brejas, em Campinas, e um dos sommeliers de cerveja mais respeitados do país, Mauricio Beltramelli se apaixonou pela bebida em uma viagem à Europa que fez com os amigos no início dos anos 2000. Cansados das 11 horas de voo entre Brasil e Itália, os amigos pararam na primeira doceria que encontraram e Mauricio abriu a geladeira e pegou uma cerveja. Se aquele momento fosse um filme, nessa hora teria passado em câmera lenta. Ao dar o primeiro gole, um mundo de novos sabores e aromas se abriu. Uma mistura que ia muito além do que as cervejas brasileiras da época estavam acostumadas a oferecer. Maurício havia escolhido, sem querer, uma Chimay Bleue, cerveja belga feita por monges católicos e uma das melhores cervejas do mundo. E foi ali, bebendo em frente ao Panteão, que ele se apaixonou.
Depois disso, a viagem tomou um outro rumo e os amigos brincaram de degustar diferentes cervejas e criaram uma planilha com anotações, que acabou virando o site Brejas, o maior portal sobre o assunto no país. E aí veio o Bar Brejas e Maurício não mais advogava. E como para um apaixonado, declarar o seu amor nunca é demais, o autor reuniu em livro suas descobertas. Recheado de curiosidades, como o fato de quem criou a cerveja, na verdade, foram as mulheres e por acidente, ou que a melhor cerveja do mundo não tem rótulo ou como foi quando a cerveja chegou no Brasil ou ainda porque cerveja é considerada uma bebida menos nobre do que vinho, entre inúmeras outras histórias, o autor explora toda a trajetória de uma das bebidas mais amadas do mundo.
Breja, loira, chopp, clara, escuro, de trigo... não importa como você chama ou qual é o tipo que você bebe. Gelada, com aquele colarinho e com o copo suando, é fácil entender porque a cerveja é paixão nacional.
Ficha Técnica
Título: Cervejas, Brejas e Birras – Um guia para desmistificar a bebida mais popular do mundo
Autor: Mauricio Beltramelli
Formato: 17 x 23 cm
Nº de páginas: 320
Preço: R$ 49,90
Sobre o autor
Mauricio Beltrammeli é fundador do site BREJAS - a maior comunidade de cervejas da internet brasileira - e dono do Bar Brejas, - casa especializada em cervejas em Campinas, com mais de 250 rótulos. Largou a vida de advogado e, no final de 2010, formou-se em Mestre em Estilos de Cerveja pelo Siebel Institute, em Chicago (EUA) e em Sommelier de Cervejas pela Doemens Akademie de Munique (Alemanha). Além de sócio do Brejas (site e bar), viaja o Brasil e o mundo conferindo palestras, cursos e sendo jurado de concursos cervejeiros. É também docente do Curso de Formação de Sommeliers de Cerveja do SENAC e escreve para inúmeras publicações nacionais tendo uma coluna fixa na Rádio CBN sobre cervejas.
A LeYa é o grupo editorial que integra algumas das mais prestigiadas editoras portuguesas.. Está presente em quase todos os países de língua portuguesa. No Brasil, o grupo LeYa atua em edições escolares e no mercado de interesse geral, por meio dos selos LeYa e Lua de papel e as parcerias com Casa da Palavra e Barba Negra. www.leya.com.br