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sexta-feira, 9 de junho de 2017

Alexandre Rampazo lança A cor de Coraline na Livraria da Vila

Evento acontece amanhã, dia 10 de junho na loja da Fradique

A Livraria da Vila da Fradique recebe neste sábado, dia 10, o ilustrador, designer gráfico e escritor Alexandre Rampazo para o lançamento de seu novo livro A Cor de Coraline. Encontro acontece das 15h às 18h e conta com atividade infantil.

Quantas cores cabem na pergunta “Me empresta o lápis cor de pele? ”. Em A cor de Coraline, Alexandre Rampazo passeia pelas inúmeras possibilidades contidas numa caixa de lápis de cor e na imaginação infantil a partir da pergunta de um colega para a pequena Coraline, e mostra que o mundo é mais colorido – e diverso – do que nos acostumamos a pensar. Com texto curto o livro aborda o tema da diversidade de forma lúdica para os pequenos. A quarta-capa é assinada pelo premiado escritor Ignácio de Loyola Brandão.

Sobre o autor

Nascido em São Paulo, se formou pela Faculdade de Belas Artes e durante muito tempo atuou como diretor de arte para publicidade e como designer, desenvolvendo capas de livros e projetos editoriais. Hoje já escreveu e ilustrou diversos títulos infantis.

Serviço

Lançamento A Cor de Coraline
De Alexandre Rampazo
Ed. Rocco Pequenos Leitores
Sábado, 10 de junho, das 15h às 18h
Livraria da Vila – Rua Fradique Coutinho, 915 – Vila Madalena, São Paulo
Grátis. Livre.
Haverá atividade infantil.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

ROMANCES POLICIAIS PARA O DIA DOS NAMORADOS

O romance policial é um gênero literário caracterizado pela presença do crime, da investigação e da revelação do malfeitor. Neste tipo de divulgação literária o foco remete para o processo de elucidação do mistério, empreitada geralmente a cargo de um detetive, seja ele profissional ou amador ou a um policial. A essência da narrativa é a busca pela identidade desconhecida e da resolução dos fatos. Esse tipo de romance demonstra que não pode haver crime perfeito, logo, não há lugar para a impunidade. Aproveitando que o dia dos namorados está chegando, separamos uma lista com cinco romances policiais que todo mundo deveria ler.




Os amantes de Hiroshima, de Toni Hill

A obra, que encerra o arco que se iniciou com os livros O verão das bonecas mortas (Tordesilhas, 2013) e Os bons suicidas (Tordesilhas, 2014), acompanha o inspetor Héctor Salgado e sua equipe na missão de reconstruir o passado e desvendar os crimes que lhes chegam às mãos. A trama se inicia com uma cena intrigante: no porão de uma casa abandonada, policiais encontram dois mortos envoltos em uma mortalha de flores. Abraçados, eles foram ali sepultados junto com uma grande quantia de dinheiro. A polícia suspeita que estes sejam os corpos de um casal de namorados desaparecidos há sete anos. Hector e sua equipe são, então, encarregados da investigação, que se mostra um quebra-cabeça cercado de pistas e que leva o inspetor a mergulhar no mundo de jovens cheios de sonhos perdidos e num universo familiar repleto de segredos e dores.





A garota na teia de aranha, de David Lagercrantz

A hacker Lisbeth Salander e o jornalista Mikael Blomkvist precisam juntar forças para enfrentar uma nova e terrível ameaça. É tarde da noite, e Blomkvist recebe o telefonema de uma fonte confiável, dizendo que tem informações vitais aos Estados Unidos. A fonte está em contato com uma jovem e brilhante hacker — parecida com alguém que ele conhece. Blomkvist, que precisa de um furo para a revista Millennium, pede ajuda a Lisbeth. Ela, porém, tem objetivos próprios. Em 'A Garota na Teia de Aranha', a dupla que já arrebatou mais de 80 milhões de leitores com 'Os homens que não amavam as mulheres', 'A menina que brincava com fogo' e 'A rainha do castelo de ar' se reencontra em um thriller explosivo.



A garota no trem, por Paula Hawkins

Todas as manhãs Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas d’água, pontes e aconchegantes casas. Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes – a quem chama de Jess e Jason –, Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess – na verdade Megan – está desaparecida.
Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos.
Uma narrativa extremamente inteligente e repleta de reviravoltas, A garota no trem é um thriller digno de Hitchcock a ser compulsivamente devorado.




Hereges, por Leonardo Padura

O ponto de partida da obra é um episódio real: a chegada ao porto de Havana do navio S.S. Saint Louis, em 1939, onde se escondiam 900 refugiados vindos da Alemanha. A embarcação passou vários dias à espera de uma autorização para o desembarque. No romance, o garoto Daniel Kaminsky e seu tio, aguardavam nas docas, trazendo um pequeno quadro de Rembrandt que pertencia à família desde o século XVII e que esperavam utilizar como moeda de troca para garantir o desembarque da família que estava no navio. No entanto, o plano fracassa, a autorização não é concedida, e o navio retorna à Alemanha, levando também a esperança do reencontro. Quase setenta anos depois, em 2007, o filho de Daniel, Elías, viaja dos Estados Unidos a Havana para esclarecer o que aconteceu com o quadro e sua família. 






Que fim levou Juliana Klein?, por Marcos Peres

A morte de uma professora de filosofia revela a rivalidade – a princípio, filosófica – entre duas famílias proeminentes nas duas principais universidades do Paraná. A história é narrada por um psicólogo que conversa com uma misteriosa paciente, alocada no quarto 206 de uma clínica psiquiátrica. Seria possível que o assassinato tivesse como causa desavenças acadêmicas entre os Koch e os Klein, ambos clãs que migraram da Alemanha para o Sul do Brasil? Ou teria algo a ver com um segredo enterrado no passado?
Em meio a discussões sobre Nietzsche e Santo Agostinho, somos conduzidos pelos meandros desse mistério por um dos escritores mais promissores da nova geração.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Marcela Godoy e Renato Guedes lançam versão adulta de PAPA CAPIM





A escritora Marcela Godoy e o artista visual Renato Guedes lançaram em 05/05 na livraria FNAC em São Paulo, o livro "Papa Capim", uma releitura do personagem de Mauricio de Sousa, que surgiu em 1960 e que agora na trama "Noite Branca", ressurge adolescente, numa história de terror que prende o leitor e o leva à reflexão da realidade.

www.baladadafada.com.br
facebook: baladadafada

Blogueira lança livro de crônicas sobre problemas emocionais decorrentes do diabetes


Marina Barros fala abertamente sobre preconceito, medo do futuro e lado emocional que é esquecido durante o tratamento. 'Diabética Tipo Ruim: o lado emocional que precisa ser falado', lança luz sobre os mais de 16 milhões de brasileiros que sofrem de diabetes.

A maioria dos diabéticos entende que só tomar injeções diárias, remédios e seguir as dietas para controlar a doença, já não são mais suficientes. Isso porque, sérios problemas emocionais decorrentes do diabetes, muitas vezes são colocados de lado pelos médicos e até pelos próprios familiares. O que fazer então? Ir ao desespero? Ser vencido pela depressão? Fingir que a doença é algo corriqueiro?

Em seu livro, "Diabética Tipo Ruim: o lado emocional que precisa ser falado", Marina Barros, de 32 anos, dá a sua receita para a convivência com o diabetes. Um dos objetivos da obra é falar abertamente sobre os aspectos emocionais da doença. "Meu objetivo maior é mostrar para as pessoas que ter diabetes vai além do tratamento, dieta e exercícios físicos. É uma doença difícil, lutamos todos os dias para nos mantermos vivos, saudáveis e ativos", explica Marina de Barros, diagnosticada diabética do tipo 1 aos 16 anos. "Sabemos que o diabetes descontrolado também mata, e não mata só idoso, tem muito jovem de 20 e poucos anos morrendo por aí e ninguém dá bola para isso", alerta.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), diabetes é "uma questão central para a saúde pública global" e mata 72 mil brasileiros por ano no Brasil. A doença apresenta algumas variações classificadas com diferentes nomes e corresponde a maior causa de amputações não traumáticas e de cegueira no mundo. Segundo a OMS e sociedades médicas, o Brasil tem cerca de 16 milhões de pessoas portadoras dos vários tipos de diabetes, mas quase todas as comunicações e ações globais são voltadas para os diabéticos tipo 2, deixando os outros tipos de diabetes em um buraco negro e sem informações adequadas.

"O mundo precisa entender que a maior porcentagem dos diabéticos é do tipo 2, mas que existem outros quatro tipos e que, infelizmente, quase nunca são abordados pela mídia em geral ou quando são, muitas vezes, ocorrem de forma incompleta", enfatiza.

Atualmente, a blogueira coordena uma série de ações através do Facebook (facebook.com/diabeticatiporuim) e do seu blog (www.diabeticatiporuim.com.br). Sua missão é disseminar informação adequada em prol da saúde dos portadores da doença e fomentar orientação aos seus familiares. "Quando uma família recebe o diagnóstico de diabetes em uma criança de cinco anos o mundo deles desaba. E isso acontece, principalmente, por falta de informação. Meu maior sonho é ver o diabetes sendo explicado em campanhas nacionais nas maiores redes de televisão, como é feito com o câncer de mama, por exemplo", vislumbra.

"Nas minhas crônicas eu coloco para fora todas as experiências vividas no meu dia a dia, ao longo dos 16 anos com a doença. Falo sobre o medo do futuro, o preconceito que a gente vive diariamente, falo sobre a importância de se cuidar e também sobre a importância de saber viver sem ficar bitolado no tratamento. Quero que as pessoas não portadoras do diabetes entendam que 'o buraco é mais embaixo' e fazer com que os portadores não se sintam sozinhos nessa luta", comenta.

"Descrevo para os pais os piores sintomas de uma hiper, e para um chefe, a necessidade real de faltar ao trabalho por conta das dores depois de hipo severa. Essas são coisas nunca comentadas e que fazem parte da nossa vida diária. Diabetes é muito sério e hoje em dia, infelizmente, ainda é tratado como uma simples gripe", desabafa.

A obra terá lançamento e noite de autógrafos no dia 20 de maio, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, a partir das 19 horas. O endereço é Avenida Paulista, 2073, Bela Vista, São Paulo. É possível comprar o livro pela Internet, no site: www.diabeticatiporuim.com.br.

Serviço

O que: Lançamento do livro "Diabética Tipo Ruim: o lado emocional que precisa ser falado", editora Book Express, de autoria da blogueira Marina de Barros Collaço.
Data: Sexta-feira, 20 de maio de 2016.
Horário: das 19h às 21h45
Local: Livraria Cultura do Conjunto Nacional - Piso Teatro
Endereço: Conjunto Nacional - Avenida Paulista, 2073 - Bela Vista, São Paulo.


Sobre Marina Barros




Marina de Barros Collaço sempre foi apaixonada pelas palavras. Descobriu o diabetes tipo 1 aos 16 anos de idade e desde então, sempre que pode, fala muito sobre a sua doença abertamente. Usuária de bomba de insulina e adepta a todo tipo de tecnologia ela é super antenada em todas as novidades do mercado. É formada em Publicidade, mas descobriu seu verdadeiro amor na fotografia.

Autora do blog "Diabética Tipo Ruim", ela divide seu tempo entre criar novos textos e viver por aí tornando suas experiências em narrativas de sucesso na internet.




domingo, 13 de dezembro de 2015

O poder de uma visão inspiradora

HSM Educação Executiva lança livro que discute a importância e o impacto da missão, visão e valores das companhias

Baseado em pesquisas lideradas pelo consultor Odino Marcondes, a obra alerta as lideranças sobre a concepção de marcos filosóficos nas companhias.

São Paulo, 11 de dezembro de 2015 - No dia 14 de dezembro, a HSM Educação Executiva promove coquetel de lançamento do livro “O poder de uma visão inspiradora - Como o futuro ilumina o presente das organizações”, de Odino Marcondes.

Sociólogo e expert em transformação cultural, gestão de mudanças e desenvolvimento organizacional, Odino Marcondes foi presidente da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e fundou a Marcondes Consultoria. Sua obra foi escrita a partir de ampla pesquisa sobre os marcos filosóficos das 100 maiores empresas listadas na publicação Maiores e Melhores, da Revista Exame. “Tenho observado um padrão nos marcos filosóficos das companhias, não somente na forma como são redigidos, mas também no que expressam. Ainda há muito o que explorar no potencial motivador da missão, visão e valores, e essa obra serve de alerta para as lideranças”, afirma o autor.

A obra explora o processo de formulação do marco filosófico das companhias, detalhando suas características cruciais, avaliando o seu impacto na sensação de pertencimento e na inspiração das pessoas que trabalham nessas organizações. De acordo com o autor, a maioria dos marcos filosóficos pesquisados não atendem aos requisitos básicos.

Para conversar com Marcondes e participar da sessão de autógrafos, a HSM Educação Executiva promove coquetel de lançamento, na Livraria Cultura, em São Paulo.

Imprensa confirme presença através do e-mail hsm@grupomaquina.com e convidados pelo e-mailmarcondes@marcondes.net ou telefone (11) 3746-2999.

Serviço:
Dia: 14 de dezembro
Local: Livraria Cultura do Conjunto Nacional
Endereço: Avenida Paulista, 2073 - Bela Vista

Horário: das 18h30 às 21h30

OS PIONEIROS DO JUDÔ

Editora Évora traz a gênese da modalidade no Brasil

A história do judô no Brasil se confunde com chegada dos primeiros japoneses no Porto de Santos, trazidos pelo Kasato Maru, no inicio do século passado. A modalidade era praticada só entre eles, de forma amadora, já que eles se dividiam entre a lavoura e a prática esportiva.

Em meados da década de 60, essa realidade começou a mudar com a chegada ao Brasil de Chiaki Ishii. Atleta de ponta no Japão, descendente de dois maiores praticantes do judô no país, ele chega ao Brasil pensando em ser agricultor. Mas, o tatame falou mais alto e ao ensinar e treinar atletas de todos os níveis, sua fama correu o território brasileiro e latino. Ishii começou a formar campeões.

Essa e outras histórias fazem parte do repertório retratado pelo próprio Chiaki Ishii no livro que a Editora Évora, pelo selo Generale, está lançando esse mês – “Os pioneiros do judô no Brasil” e conta detalhes de como a modalidade ganhou força e se tornou o esporte individual que mais rendeu medalhas para o país. Foram 19 no total – três de ouro, três de prata e treze de bronze.

Ishii traz a gênese do judô no Japão com Jigorô Kano, Mitsuyo Maeda, Tatsuo Okochi, Ryuzo Ogawa, Yasuichi Ono, Katsutushi Naito, Sobei Tani e Seisetsu Fukaya, Yoshio Kihara, Augusto Cordeiro, Hikari Kurachi, Massao Shinohara, Shuhei Okano e Uichiro Umakakeba, responsáveis pela consolidação do esporte, além dos atletas que, alunos de Ishii, ajudaram a formar a história do judô no Brasil e na América Latina, como Aurélio Miguel, Rogério Sampaio, Walter Carmona, Mike Swain, entre tantas personalidades que ajudaram a fortalecer a história do judô no país.

Ícone do judô no Brasil, Ishii é referência para todos os atletas da modalidade e pode ser o motivador do desempenho positivo que o país conseguiu, a partir de 1972, quando ele próprio, depois de se naturalizar brasileiro, conseguir o primeiro bronze, na categoria meio pesado, na Olimpíada de Munique, Alemanha.

Muitos atletas se motivam ao falar de Ishii – “o judô brasileiro pode ser dividido em dois tempos – o AI e o DI – antes e depois de Ishii. Isso significa que ele foi um divisor de águas na modalidade brasileira e a partir daí a modalidade ganhou força” – explica Rodrigo Motta, aluno e admirador e responsável pelo texto da orelha de “Pioneiros do Judô”.

“Pioneiros do Judô”, obra de Chiaki Ishii publicada pelo selo Generale da Editora Évora está disponível em todas as livrarias do Brasil a partir de novembro.

SOBRE A EDITORA ÉVORA

A Editora Évora (www.editoraevora.com.br) chegou ao mercado com uma proposta inovadora, pautada em obras de qualidade, com conteúdos de alta relevância e inovadores que agreguem valor aos leitores e os ajudem a realizar objetivos e projetos pessoais e profissionais com excelência. O catálogo da editora conta com obras de ficção e não ficção, de autores relevantes nacionais e internacionais.

sábado, 5 de dezembro de 2015

Carla Marcondes e Tadeu Dix lançam primeiro livro brasileiro sobre Gerência de Produtos de Moda



Na próxima segunda-feira, 7 de Dezembro, das 18h30  às 21h30, Carla Marcondes Sayeg Luis Tadeu Dix recebem convidados para o lançamento do livro “Gerência de Produtos de Moda”, na Livraria da Vila, na alameda Lorena, 1731 – Jardim Paulista/SP. O Livro é uma coedição da Estação das Letras e Cores com a Editora Senac Rio de Janeiro e trata das funções e desafios para o Gerente de Produto de Moda no mercado contemporâneo.
O que determina o sucesso de uma coleção? O que faz com que os produtos tenham sinergia com o tempo e conceito de produção? Esses e outros temas são abordados na obra.